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  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.

    sábado, março 18, 2017

    Philip Roth E-Mails on Trump

    In 2004, Philip Roth published “The Plot Against America.” The four main characters of the novel, which takes place between June, 1940, and October, 1942, are a family of American Jews, the Roths, of Newark—Bess, Herman, and their two sons, Philip and Sandy. They are ardent supporters of Franklin Delano Roosevelt, but, in Roth’s reimagining, Roosevelt loses his bid for a third term to a surprise Republican candidate—the aviator Charles Lindbergh—whose victory upends not only politics in America but life itself.

    The historical Lindbergh was an isolationist who espoused a catchphrase that Donald Trump borrowed for his Presidential campaign, and for his Inaugural Address: “America First.” The fictional Lindbergh, like the actual Trump, expressed admiration for a murderous European dictator, and his election emboldened xenophobes. In Roth’s novel, a foreign power—Nazi Germany—meddles in an American election, leading to a theory that the President is being blackmailed. In real life, U.S. intelligence agencies are investigating Trump’s ties to Vladimir Putin and the possibility that a dossier of secret information—kompromat—gives Russia leverage with his regime.

    Roth wrote in the Times Book Review that “The Plot Against America” was not intended as a political roman à clef. Rather, he wanted to dramatize a series of what-ifs that never came to pass in America but were “somebody else’s reality”—i.e., that of the Jews of Europe. “All I do,” he wrote, “is to defatalize the past—if such a word exists—showing how it might have been different and might have happened here.”

    Last week, Roth was asked, via e-mail, if it has happened here.

    Carne Fraca

    (Natal, RN)
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    pela cochlea: The Smiths - Meat is Murder (Live @ Oxford Apollo, 18.3.1985)

    Trump quer o fim dos recursos para TVs e rádios públicas e para as artes

    O orçamento proposto nos Estados Unidos corta todos os recursos para as redes públicas de TV (PBS) e rádio (NPR). Independente, a PBS diz que vai lutar contra "o fim de um serviço essencial".
    O "New York Times" anota que emissoras grandes como a WNYC sobreviveriam com contribuições da audiência e de empresas, mas centenas estão ameaçadas. Grupos conservadores, registra a CNN, já festejam o assalto à "mídia esquerdista".
    Também sob festa, o orçamento de Trump propõe o fim dos recursos às artes (NEA). O colunista conservador George Will, do "Washington Post", admite que em 2016 ele representou só "um centésimo de 1% do orçamento", mas é preciso abolir porque...

    — O que é arte? Subsidiamos a produção de soja, mas pelo menos se pode dizer o que é um grão de soja.

    mais na coluna de NELSON DE SÁ 

    sexta-feira, março 17, 2017


    (Rio de Janeiro, RJ)

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    pela cochlea:: James Cotton - Rocket 88 - in memoriam

    pela cochlea:: James Cotton - Rocket 88 - in memoriam

    Aécio está colaborando com as investigações

    (Vila Velha, ES)
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    Trump’s budget is very bad news for science research -

     President Donald Trump released his preliminary 2018 budget plan last night, and it’s a bloodbath for scientific research. Not only does Trump’s plan slash funding for the Environmental Protection Agency, as he promised, he’s also proposing cuts to agencies that have a history of receiving broad bipartisan support — like the National Institutes of Health, one of the biggest funders of biomedical research in the world. 

    Here are some of the highlights — or, maybe, more accurately, the lowlights — of what his proposed budget means for science:

    Trump’s budget is very bad news for science research - The Verge:


    Dutch Dikes

    (Rio de Janeiro, RJ)
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    pela cochlea: Miltinho - Mulata Coqueta [Mulata Assanhada] -de Ataulfo Alves


    Monopoly will replace boot, thimble, and wheelbarrow pieces in new edition - The Verge


    At the start of the year, Hasbro announced it was putting the future of Monopoly into the hands of people on the internet. The company held a public vote, asking fans to decide on a revamped set of game pieces for the newest edition of the classic board game. Today, the results of that vote are in. The original boot, thimble, and wheelbarrow pieces will be replaced by a Tyrannosaurus rex, a penguin, and a rubber ducky, AP reports.

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    Monopoly will replace boot, thimble, and wheelbarrow pieces in new edition - The Verge:

    Fantasma no Alvorada

    (Rio de Janeiro, RJ)
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    Desigualdade não é detalhe

    A reforma da Previdência em tramitação não leva em conta que a situação dos mais pobres

    "A reforma que está em tramitação no Congresso Nacional não leva em conta que os brasileiros mais pobres, em particular mulheres e negros, começam a trabalhar muito cedo, mas a contribuir mais tarde. Do emprego sem carteira assinada, da ocupação autônoma e da atividade auxiliar em empreendimento familiar 44% das mulheres brasileiras tiram o sustento. Significa que, mais por distorções do mercado que por vontade própria, estão em atividade profissional, mas não recolhem ao INSS. Sem falar na jornada semanal feminina, que supera em sete horas e meia a dos homens, informou o Ipea, em razão das atribuições domésticas e familiares. É mais trabalho sem contribuição, que não vale para a Previdência.
    Por fim, a idade mínima única, sem atenuantes regionais, vai impor injustiça adicional aos brasileiros do Norte, do Nordeste e das periferias e das comunidades populares nos grandes centros. A dispersão na esperança de vida é conhecida: maranhenses vivem 70,3 anos, catarinenses, 78,7. Mas há também diferenças no total de idosos nas unidades da federação. Segundo o IBGE, estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul têm hoje 21,7% dos habitantes com 60 anos ou mais de idade. No outro extremo (geográfico e etário) estão Amapá (8,5%), Roraima (10,8%) e Amazonas (11,4%). A proporção de idosos é baixíssima, porque não é tarefa fácil envelhecer por lá. Impor uma idade mínima única ao país limará o extremo Norte dos repasses previdenciários."

    A diferença

    (Vila Velha, ES)
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    Senadores ignoram opinião do cidadão em enquetes virtuais

    — O levantamento escancara a pequena relevância da expressão pública para os legisladores frente ao jogo de forças políticas internas, às negociações particulares por cargos e verbas. É uma expressão da crise de representatividade — afirma o cientista político Marco Antônio Carvalho Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas.

    leia mais na reportagem de Mariana Sanches​

    Senadores ignoram opinião do cidadão em enquetes virtuais


    quinta-feira, março 16, 2017

    pela cochlea: Sylvan Esso - Hey Mami

    Sooner or later the dudes at bodegas will hold their lips and own this shit
    Curlin' their toes on a shivery tip
    But out here oh she don't know the gravity she owns
    As she pulls on the eyeballs of all the kids standing tall

    quarta-feira, março 15, 2017

    Boa contrata goleiro Bruno

    (Belém, PA) 
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    Unknown Mortal Orchestra - "Multi-Love"

    Checked into my heart and trashed it like a hotel room
    Who is your God, where is she?
    She wants to bury me in Austin under Uchiko
    She don't want to be your man or woman
    She wants to be your love

    Saiu a Lista de Janot

    (Recife, PE) 
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    I invented the web. Here are three things we need to change to save it | Tim Berners-Lee

    "Today marks 28 years since I submitted my original proposal for the worldwide web. I imagined the web as an open platform that would allow everyone, everywhere to share information, access opportunities, and collaborate across geographic and cultural boundaries. In many ways, the web has lived up to this vision, though it has been a recurring battle to keep it open. But over the past 12 months, I’ve become increasingly worried about three new trends, which I believe we must tackle in order for the web to fulfill its true potential as a tool that serves all of humanity."

    read article by Tim Berners-Lee

    I invented the web. Here are three things we need to change to save it | Tim Berners-Lee | Technology | The Guardian

    Villalobos: Façamos o muro

    "Façamos o muro. Nós, os mexicanos, pagaremos por ele, de acordo. Mas primeiro vamos pedir um empréstimo aos Estados Unidos para construí-lo. Ao Banco Mundial. Melhor ainda: ao Fundo Monetário Internacional. Faremos uma licitação para o projeto arquitetônico do muro. Outra licitação para a construção. E outra, quando ele estiver pronto, para a gestão. 

    Convidaremos apenas nossos amigos para participar das licitações, é claro. E que ganhem as licitações os mais amigos entre todos nossos amigos. Os do projeto arquitetônico atrasarão sua entrega muito, muito mesmo: anos (são arquitetos medíocres, mas são nossos melhores amigos).
    A construção só começará com anos de atraso. E em pouco tempo haverá problemas com alvarás de construção. E mais problemas com os fornecedores dos materiais. E greves dos trabalhadores. Depois de dois meses a primeira parte construída apresentará rachaduras e umidade, levando à suspensão temporária da construção do muro.

    Façamos o muro. Nós, mexicanos, pagaremos por ele, de acordo. Um muro verde, ecológico, uma cerca viva. Uma cerca, para sermos específicos, feita de pés de maconha. Primeiro, é claro, legalizemos a maconha para finalidades de construção de muros. E então veremos como mudarão os fluxos migratórios: as pessoas do Norte correndo em debandada rumo ao Sul, para fumar nosso muro."

    mais no texto de JUAN PABLO VILLALOBOS

    Quem tem... tem medo

    (Belo Horizonte, MG)
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    O Deus do Ventilador

    (Rio de Janeiro, RJ)

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    terça-feira, março 14, 2017

    pela cochlea:: Panda Bear - Tropic Of Cancer

    It's all in the family
    And then
    You sneak it all away

    When they said he's ill
    Laughed it off as if it's no big deal
    What a joke to joke no joke

    Um enorme passado pela frente


    Quando, em meados da segunda década do século 21, os mamíferos bípedes mais conhecidos como homo sapiens (ou ainda mais conhecidos como Claudisney, Marilu, Mohammed, Juanito da Catimbira, Xin Sun Lun, Earl Dwight, Um Dois Três de Oliveira e Quatro e por aí vai, dependendo da origem, das predileções e delírios de cada progenitor), enfim, como eu ia dizendo, quando, em meados da segunda década do século 21, os seres humanos assistiram à eleição de Donald Trump à presidência dos EUA, à disputa de nove times de futebol pelo passe do detento Bruno e ao presidente (sic) da República (sic), Michel Temer ("sick"), no Dia Internacional das Mulheres, apontando as compras de supermercado e os cuidados com o lar como a grande contribuição feminina à sociedade, muitos pensaram: cazzo, estamos voltando no tempo?

    Cazzo, estávamos. Por conta de um revertério cósmico já intuído por físicos desde o início do século 20 (Lamaître, Penzias, Wilson, Dicke, Gamow et al.), após 13 bilhões e 700 milhões de anos se expandindo, o Universo perdeu o impulso que vinha lá do Big Bang e, como uma bexiga esquecida atrás da piscina de bolinhas num bufê infantil -mas que tivesse em si a própria bexiga, a piscina de bolinhas e o bufê infantil-, começou a encolher.

    O que os físicos não sabiam é que, ao murchar, nesta melancólica andropausa astronômica, o balão arrastaria, além do espaço, o tempo, que passaria a correr para trás. O retrocesso foi rápido. Grafites coloridos em São Paulo voltaram a ser muros cinza. A bicicleta foi desestimulada em favor dos velhos carros, que recobraram, a 90 km/h, o direito de matar livremente nas marginais. O Obamacare foi cancelado por Trump. Pelas ruas dos EUA, membros da Ku Klux Klan puderam ser vistos levando seus lençóis pra passear. A economia brasileira retornou aos números de 2010. Os russos se tornaram ameaçadores outra vez. O fisiologismo mais chão da nossa política e economia, que por 20 anos se disfarçou (mal e porcamente) detrás de tímidas reformas sociais, escancarou seus caninos de Conde Draga e, para "estancar a sangria", os meteu na nossa jugular.

    No começo, a volta ao passado foi difícil: tivemos que atravessar de novo a dívida externa e os Menudos, o Plano Funaro e o Ilariê, sem falar do fascismo, do nazismo, da peste negra e do inconveniente de topar, numa segunda-feira à tarde, com o exército de Gengis Khan. Não foi fácil, também, nos desapegarmos das conquistas da civilização, tais como o cortador de unha, a poltrona vibratória com porta-copo, o Polenguinho de bolso. Mas depois de muito sofrermos, tendo ultrapassado Torquemada e Tutancâmon, tendo reconstruído pirâmides e cruzado o mar Vermelho, eis que chegamos à origem dos séculos e retomamos a terra prometida. Nesse Éden terreno não havia emprego nem Facebook, buzina ou despertador, éramos todos caçadores coletores andando nus pelas florestas, tomando banho de cachoeira, comendo cajus, amêndoas e javalis. Claro que de vez em quando um de nós era jantado por um leão, mas ser jantado por um leão é um preço justo a ser pago pela liberdade, além de ser uma morte épica, muito mais bela do que ter as artérias entupidas pela gordura saturada do Polenguinho, após anos sentado numa poltrona vibratória, cortando as unhas dos pés. Regozijai-vos, irmãos: como dizia Millôr Fernandes, temos "um enorme passado pela frente".

    The Shocking Verdict on Trumpcare

     Congressional scorekeeping report finds 24 million would lose coverage, with Medicaid slashed and a spike in premiums


    "Who wins in this scenario? The net $670 billion in tax cuts from this bill would benefit wealthy investors, drug companies, health insurance executives and tanning salons, among others."

    read the story by Tim Dickinson

    The Shocking Verdict on Trumpcare - Rolling Stone

    Discursos do Temer

    (Recife, PE) 
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    Via iris: SILENCE (dir Martin Scorcese, EUA, 2016)

    O cineasta Martin Scorcese é associado ao mundo dos gangsters, goodfellas, mafiosos, crônica urbanas. Mas perpassa em sua cinematografia uma intensa religiosidade. A questão da fé lhe é cara. E a resposta à fé, que geralmente é o silêncio. Eli eli lamma sabachtini.

    Silêncio é um grande filme. Um enredo histórico, com tons filosóficos à la Terrence Mallick. Dizem que é lento. Não é isso. Scorcese, ao narrar uma história que se passa no Japão, adota uma estética japonesa.

    Silêncio é pleno de silêncios. Scorcese se despe de outra característica sua, a trilha com clássicos do rock encaminhando montagem de ação, para película embalada por som da natureza, grilos, ondas do mar, ruídos naturais.

    As locações e a fotografia de Rodrigo Prieto são outras destaques, alternando planos bem abertos ao ar livre com ambientes fechados e confinados, com pouca luz.

    Jesuítas embarcam rumo ao coração das trevas e a testes supremos. de sua crenças. Japoneses são cruéis na defesa de seus costumes. O roteiro não toma partido, embora as maldades de uns são extremas. São os homens que partem para naufragarem em suas almas partidas, destroçadas. E a resposta é o silêncio, que atravessa a madrugada.

    Temer liga para Dilma

    (São Paulo, SP)
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    Não há déficit na Previdência Social. É isso mesmo?


    "Uma tese polêmica circula pela internet: não há déficit na Previdência Social. A ideia tem como principal base um estudo da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), que sustenta que as contas do Orçamento da Seguridade Social — que engloba os gastos com aposentadorias, pensões, assistência social e saúde — poderiam estar no azul, caso fossem calculadas de forma diferente. Segundo a entidade, o governo deixa de contabilizar receitas e acrescenta despesas a esse orçamento, o que provoca o rombo. A metodologia é contestada pela maioria dos especialistas em contas públicas e pela equipe econômica."


    Belas, libertárias e do mundo

    "A participação de mulheres em processos de paz aumenta em 35% as chances de um acordo durar pelo menos 15 anos; a de organizações civis que incluem grupos de mulheres reduz em 64% as chances de um acordo de paz falhar. A igualdade de gênero está associada à propensão menor de conflitos entre Estados ou guerras civis. Se incluídas em ações de prevenção e em esforços para combater o radicalismo e o extremismo violento, o resultado tende a ser mais positivo e duradouro.

    Não exatamente porque a mulher seja menos propensa a violência ou guerras, para o bem ou para o mal acreditar nisso seria também uma forma de sexismo — 40% das forças curdas de orientação marxista que lutam nas trincheiras do Iraque e da Síria contra o Estado Islâmico são mulheres; na outra ponta, a ascensão da extrema-direita que incita o ódio a imigrantes, refugiados e minorias na Europa tem sido largamente liderada por mulheres como Marine Le Pen, na França. Mas por abarcar as experiências, a visão, as possibilidades e escolhas trazidas por uma parcela da população amplamente ignorada."

    segunda-feira, março 13, 2017

    Flutuações Economicas

    (Recife, PE)
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    pela cochlea: "Xadrez com Karpov" - Camarones Orquestra Guitarrística

    domingo, março 12, 2017

    D.C. Museum's 'Nasty Women' Tour Celebrates Art History's Feminist Heroes


    "A nasty woman is someone who refuses to be bound by the place society defined for her, someone who blazes her own trail,” Deborah Gaston, director of education at the National Museum of Women in the Arts, explained to The Huffington Post.

    Although Clinton is the nasty woman that made the term go viral, ladies have been subverting restrictive gendered stereotypes and limitations for centuries. “Going back to the Renaissance,” Gaston continued, “women have been doing things they ‘shouldn’t.’ Well, they did it anyway, and they were successful.” "

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    D.C. Museum's 'Nasty Women' Tour Celebrates Art History's Feminist Heroes


    FHC ensina

    (Rio de Janeiro, RJ)
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    Ninguem gostou do discurso

    (Vila Velha, ES)
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    pela cochlea: MAHALIA JACKSON ~ Summertime/Motherless Child

    “A esquerda tem que se refazer na base”, alerta Marcelo Freixo

     Deputado Estadual Marcelo Freixo (PSOL) no seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Foto: Marcelo Santos Braga.

    "O problema é que a esquerda precisa aprender é que ela não se identifica naturalmente com alguma coisa. Hoje ser de esquerda é necessariamente ser ético? Não é mais essa a leitura que a sociedade tem. Isso precisa ser reconstruído. Quando você fala de esquerda, naturalmente se associa a determinado programa de governo? Não, isso precisa ser refeito. Antigamente você falava de esquerda e já pensava na reforma agrária, e hoje não. Precisamos entender melhor o que vai significar pensar pela esquerda com uma sociedade com essa complexidade"

    "Voce tem 25% da população do Rio de Janeiro que é evangélica. A esquerda, na qual estou incluído, cometeu o erro de nunca olhar para essa população e fazer um debate político sobre isso. Se você parte do princípio que todo evangélico é reacionário e de direita, você já perdeu qualquer disputa majoritária na cidade. Foi um erro que cometemos, não houve disputa no meio evangélico por uma pauta progressista. Onde está escrito que o evangélico é conservador? A orientação religiosa pode ser, mas o cara necessariamente não. Estamos tendo acesso a uma pesquisa em que nos últimos 5 anos cresceu 60% no Brasil as religiões. "

    " o que se consolidou recentemente no Brasil é que direitos humanos é uma coisa e segurança outra. Essa polarização é muito destruidora de qualquer processo democrático, não haverá democracia sem um projeto de segurança. Até porque um processo de democracia sem segurança ameaça a ideia de liberdade, que é tão sagrada na democracia. Como conciliar segurança e liberdade? Para eu me sentir um pouco mais seguro eu perco um pouco da minha liberdade, eu quero mais liberdade mas não quero me sentir inseguro: esse é o grande desafio nesse mundo de hoje."

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    “A esquerda tem que se refazer na base”, alerta Marcelo Freixo | Fazendo Media

    E agora mais um pronunciamento....

    (Porto Alegre, RS)

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