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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, fevereiro 20, 2016

    Aborto, FHC, microcefalia e a hipocrisia em estado bruto no Brasil



     

    "É de cunho íntimo, não é da conta de ninguém se uma mulher (ou um casal) decide interromper a gravidez, seja porque não se julga preparada para uma missão dessa natureza, seja porque pode comprometer a sua saúde física, ou o futuro do rebento que está a caminho. Mas é público e notório que o aborto é tratado com um ridículo manto de hipocrisia pela sociedade brasileira quando até um ex-chefe de Estado parece ter recorrido à prática mais de uma vez. Como escreveu Eliane Brum nesta semana, são realizados mais de 1 milhão de abortos por métodos inseguros no Brasil e o Sistema Único de Saúde faz ao menos 200.000 atendimentos anuais por complicações pós-aborto. A morte por procedimentos errados também estariam na casa dos milhares."

    leia o artigo de carla jimenez

    Mirian Dutra: Aborto, FHC, microcefalia e a hipocrisia em estado bruto no Brasil | Opinião | EL PAÍS Brasil

    sexta-feira, fevereiro 19, 2016

    pela cochlea: The Vines - I'm Only Sleeping (Lennon - McCartney)

    Pinguim visita todos os anos brasileiro que o salvou





    história de João e do pinguim Dindin, que foi salvo pelo carioca quando estava encharcado de óleo, é um exemplo de amor e gratidão entre o homem e o animal.

    Noticias ao Minuto - Ilha Grande: Pinguim visita todos os anos brasileiro que o salvou

    quinta-feira, fevereiro 18, 2016

    Alkmim vai à escola


    (Rio de Janeiro, RJ)

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    pela cochlea: Johnny Cash - She Used To Love Me A Lot

    Then I panicked as she turned to walk away
    As she went out the door I heard her say
    Yes I'm in need of something
    But it's something you ain't got
    But I used to love you a lot

    Lula pede exame de DNA do plano Real pra saber se FHC é mesmo o pai




    "FHC, em contrapartida, pediu o exame de DNA do Bolsa Família: “Se não fosse por mim, até os filhos do Lula seriam pobres”, disse. Já o PMDB está tentando se organizar para fazer o teste de DNA em seus líderes para descobrir quem é pai de Eduardo Cunha.!"

    leia mais clicando abaixo>> 
    Lula pede exame de DNA do plano Real pra saber se FHC é mesmo o pai

    Zika agrava abandono de mulheres no Nordeste


     


    "A microcefalia e outros problemas neurológicos que têm sido associados ao vírus zika são um drama para qualquer família. Mas, para um grupo crescente de mulheres sós, algumas abandonadas assim que é dado o diagnóstico de microcefalia, a tragédia é devastadora.

    A psicóloga Jaqueline Loureiro trabalha lá. Vai para o Pedro I atormentada pela dúvida: como preparar as mulheres que atende para uma vida de incertezas? Volta para a casa sem respostas.

    "Há muitas mães sozinhas aqui. Para elas, tudo é mais difícil. Temos dois casos recentes de maridos que foram embora logo depois da ultrassonografia. Não consigo realmente imaginar o que essas mulheres sentem. O que é sentir tamanho desamparo", afirma Jaqueline."

    leia a reportagem de Ana Lucia Azevedo​ >> 
    Zika agrava abandono de mulheres no Nordeste - NE10:

    quarta-feira, fevereiro 17, 2016

    O outro triplex





    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Via iris: FAULTS (dir &rot Riley Steams, EUA, 2015)


    Um membro de um culto, com a mente dominada, e um deprogramador de mentes dominadas trancados num quarto de hotel. Ele é picareta ou hábil profissional? O papo dela é totalmente furado ou realmente se conecta a uma força maior? Qual o papel dos pais dela nessa história?

    Começa como meio comédia (de humor negro) e vai passando a drama. Um filme de estréia intrigante

    Padre brasileiro quer processar os produtores de 'Spotlight' -

      
    O padre foi condenado a 60 anos de prisão em primeira instância, mas seu advogado, José Chiachiri Neto, diz ter conseguido reverter no Tribunal de Justiça de São Paulo sete das nove acusações. "Já interpomos recurso para absolvê-lo em sua totalidade", argumentou ao jornal O Estado de S.Paulo.

    Segundo o advogado, no julgamento anterior, um dos desembargadores votou pela absolvição total, mas outros dois votaram pela absolvição parcial. "Assim, em dois casos ainda é mantida sua condenação, mas aguardamos um desfecho favorável do recurso", disse. "Quando sair o resultado, vamos à Justiça contra os produtores do filme." Ele conta que será pedida uma indenização por lesão à honra, "devido à divulgação do nome do padre e da cidade de Franca no mundo todo".

    leia mais
    Padre brasileiro quer processar os produtores de 'Spotlight' - Jornal do Commercio

    Vôlei de praia, o ponto ou a bola na rede da abertura política no Irã




    Imam, irmão de Ghoncheh, presa por assistir a uma partida. AFP
     
    "Não está claro por que as mulheres são proibidas de assistir partidas masculinas de voleibol. Diferentemente dos estádios de futebol, onde não podem pisar desde a revolução de 1979, as iranianas iam a jogos de vôlei normalmente até 2012. Então, durante a presidência do radical Mahmud Ahmadinejad, alguém decidiu fechar as portas, acrescentando uma nova restrição às muitas que já fazem delas cidadãs de segunda categoria dentro de seu próprio país.

    A discriminação vai muito além da obrigatoriedade do véu que se costuma impor à visitante estrangeira. Nos tribunais, seu testemunho vale metade que o de um homem; em casos de indenização, sua vida é avaliada igualmente pela metade; têm menos direitos em caso de divórcio e raramente o juiz concede a elas a guarda dos filhos; se estão casadas, precisam da permissão de seus maridos para trabalhar ou viajar ao exterior"


    Leia a reportagem de Angeles Espinosa >>


    Vôlei de praia, o ponto ou a bola na rede da abertura política no Irã | Internacional | EL PAÍS Brasil

    Dilma comfere o ânimo de Lula





    MIGUEL
    (Recife - PE) 

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    terça-feira, fevereiro 16, 2016

    pela cochlea: PIXIES - INDIE CINDY

    Put this down for the record
    It's more or less uncheckered
    Wasted days and wasted nights
    Made me a fucking beggar
    No soul, my milk is curdled
    I'm the Bürgermeister of purgatory

    Anna-Teresa Tymieniecka: A conflitiva relação do papa João Paulo II com as mulheres e o sexo




    "A desenvoltura do Papa polonês com as mulheres sempre foi proverbial e não era escondida. E ao mesmo tempo, apesar de se dizer “feminista”, Wojtyla foi um dos papas mais conservadores em matéria de sexo. Defendia que o papel da mulher na Igreja era, como Maria, “estar de joelhos e em silêncio aos pés da cruz”, como disse, em Washington, à religiosa Theresa Kane, presidenta das religiosas dedicadas ao ensino."

    "Segundo ele a relação de Wojtyla com a mulher sempre foi de “sublimação e conflitiva”, já que via na mulher “o reflexo de Maria, a mãe de Jesus”.

    Segundo Malinski, justamente por isso, Wojtyla conseguia ser ao mesmo tempo desinibido em seu trato com as mulheres até “quase escandalizar”.

    "A relação conflitiva e dolorosa do papa Wojtyla com a mulher de carne e osso e com sua idealização o acompanhou desde jovem quando, antes de ser padre, viveu, segundo o Monsenhor Darowski, que foi secretário geral da conferência episcopal polonesa, “um amor doloroso”."


    leia o artigo de  JUAN ARIAS

    Anna-Teresa Tymieniecka: A conflitiva relação do papa João Paulo II com as mulheres e o sexo | Opinião | EL PAÍS Brasil

    Janio de Freitas: Carnaval da guerra


    Duas combatentes, entrevistadas como diretoras de um bloco, diziam coisas sem nexo: trabalham o ano inteiro na organização do bloco, apesar dos seus diplomas universitários só se ocupam do bloco, organizá-lo exige muitas reuniões de trabalho. Mas o bloco nada tem de especial, nem fantasias próprias, nem alegorias, nada. Só gente, gente, gente. E cerveja, cerveja, cerveja. Mas tem novidades, sim. Inovações de verdade.

    Uma nova profissão: fundador e diretor de bloco, antes ocupação amadora, tornou-se profissão. Emprego sem risco de demissão. O velho “general da banda” só deu samba, mas ser general ou generala de bloco dá dinheiro. É que os fabricantes de cerveja trouxeram para as ruas a guerra até então disputada só na TV e nos bares.

    O grande aumento do número de blocos no Rio e em São Paulo neste ano, apoiado no grande aumento do incentivo “jornalístico” para o comparecimento das massas, foi fabricado e financeiramente bancado por indústrias de cerveja. Um programa desenvolvido ao longo do ano. Cada multidão com nome de bloco veio a ser, na verdade e sem saber, como uma reunião inumerável de pontos de venda: a multidão de consumidores acompanhados pela multidão de carrocinhas, carrinhos, tricicl
    os vendendo latas de cerveja. E aí a chave do negócio: em cada bloco, cerveja de um só fabricante.

    leia mais na coluna de JÃNIO DE FREITAS

     

    Acusações



    (Rio de Janeiro, RJ)

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    pela cochlea: Bill Callahan - Ride My Arrow

    I don’t ever want to die
    Do you know this arrow when it arches high
    To meet the eagle in the sky?
    The eagle flies using the river as a map
    A small animal in its clasp
    Alive and enjoying the ride
    Is life a ride to ride?
    Or a story to shape and confide?
    Or chaos neatly denied?

    Conteúdo à la carte

    "Semana passada tomei uma decisão radical: assim como quase um milhão de outros brasileiros ao longo do último ano, cancelei a minha assinatura de TV a cabo. Não vou sentir falta. Tenho uma smart TV da Sony, tenho Apple TV e Chromecast, um exagero de opções (e sobreposições) para quem, na verdade, pouco assiste televisão; mas, sobretudo, tenho computador e smartphone, hoje as minhas telas preferenciais. Não me lembro mais, por exemplo, quando foi a última que vez que assisti a um telejornal na TV, embora, ao longo do último ano, tenha assistido mais ao "Jornal Nacional" e ao "Jornal da Band" do que jamais assisti antes. A diferença é que, agora, eles estão ao meu alcance em outras telas, na hora em que posso assisti-los. Para quem tem banda larga, já não faz sentido se prender a uma grade de programação: o futuro está no conteúdo por streaming, aquele que assistimos ao nosso gosto e conveniência."

    leia a coluna de Cora Ronai​
    Conteúdo à la carte, Cora Ronai - O Globo, Economia, 9.2.2016

    segunda-feira, fevereiro 15, 2016

    A fascinante vida de Lili Elbe, a primeira transexual a entrar para a história


    "Apesar de sua relevância, a história de Lili, que escolheu como novo sobrenome o nome do rio que passa pela cidade onde voltou a nascer, o Elba, só era conhecida entre acadêmicos e ativistas da comunidade LGBT até chegar à mãos de David Ebershoff há 18 anos. Ebershoff, então editor da Random House, a romanceou no que seria para ele sua estreia literária, The Danish Girl (A Moça de Copenhague, Rocco). Depois de muitas voltas pelos escritórios de Hollywood – durante algum tempo, Nicole Kidman esteve associada ao projeto – o livro finalmente chegou ao cinema pela mão de Tom Hooper e com Eddie Redmayne e Alicia Vikander nos papéis de Lili e Gerda. O autor está orgulhoso: “Em setembro, visitei o túmulo de Lili em Dresden e o diretor do cemitério me disse que todo mês umas 10 pessoas vão lhe prestar homenagens. Deixam flores e velas ou passam tempo com ela. Imagino que o número tenha aumentado nos últimos anos e que, com o filme, se entenderá ainda mais quem foi e o que conseguiu. É por isso que precisamos de mais histórias e é por isso que o público ouviu e aceitou as de Caitlyn Jenner, Laverne Cox, Chaz Bono, Renée Richards e muitos outros. Cada vez que uma pessoa transgênero conta sua experiência, nossa compreensão coletiva cresce”

    leia mais

    A nova série



    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    pela cochlea> Mable John Same Time Same Place (Isaac Hayes / David Porter) - 1967

    If its the only way i can see your face
    Then meet me at the same time and the same place

    No Brainers: When Hitler Took Cocaine and Lenin Lost His Brain





    hitlerlenin 
    "The first is the account of Ota Benga, an African pygmy from the Congo, who, in 1904, was brought to the United States by an American missionary. The intent was to place him on display at the St. Louis World’s Fair. That was bad enough but something worse happened afterwards when Benga was placed in the Bronx Zoo, in the monkey house. Decent people did this to him. But Benga’s fate was not as awful as the “Hottentot Venus,” as she was called, brought to England from Cape Town by a British doctor. Her attraction? “Protruding buttocks and [an] oversized vulva.” It wasn’t too long before white men realized that they needed to have sex with her, resulting in her death from syphilis, in 1915. Worse, her genitals and her brain were then pickled and also put on display—“she remained in the Musée de l’Homme until 1974.” This display of Western racism didn’t end until 2002, “after the intervention of Nelson Mandela, [when] her remains were finally returned to her native South Africa and given a decent burial.”"

    read the article by Charles Larson >> 


    No Brainers: When Hitler Took Cocaine and Lenin Lost His Brain

    Temor do zika vírus ameaça disparar aborto clandestino na América Latina


     


    "O alerta contra o zika vírus no continente americano e sua vinculação com casos de microcefalia em bebês nascidos de mães infectadas têm levado as autoridades de países como Equador, Colômbia e El Salvador a aconselhar que mulheres evitem a gravidez. Uma recomendação difícil de cumprir em uma região onde os programas de educação sexual são quase inexistentes. Cerca de 24 milhões de mulheres não têm acesso a métodos contraceptivos modernos na região, segundo a ONU. O vírus também se espalha por uma das regiões com mais restrições à interrupção da gestação no mundo: apenas seis países permitem o aborto por malformação fetal; em outros sete, não é autorizado nem para salvar a vida da mulher.

    Na América Latina e no Caribe, cerca de 56% das gestações não são planejadas,  Conseguir preservativos, contraceptivos farmacológicos (como a pílula) ou DIU é complicado para 33% das mulheres em idade fértil e com parceiro fixo no Haiti; 17% das mulheres na Guatemala; 15% das argentinas; ou 12% das salvadorenhas (segundo dados do UNFPA de 2015). Não são apenas barreiras econômicas, mas também socioculturais, numa região em que, além disso, as taxas de violência sexual são muito elevadas.

    Atualmente, Equador, Porto Rico, Colômbia, República Dominicana, El Salvador, Honduras, Jamaica e Panamá pediram que as mulheres evitem engravidar; em alguns casos, até mesmo no prazo de um ano e meio. Um conselho não só insuficiente, mas também pouco realista. "O que faz é transferir toda a responsabilidade para as mulheres", critica Carino. "


    leia a matéria de María R. Sahuquillo >> 

    Temor do zika vírus ameaça disparar aborto clandestino na América Latina | Internacional | EL PAÍS Brasil

    E a crise, como anda depois do carnaval?





    (Recife, PE) 

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    Vi; THE H8FUL EIGHT (dir & rot Quentin Tarantino, EUA, 2015)


    The Hateful Eight é um Agatha Christie mais violento. Personagens confinados num ambiente (móvel ou imóvel), que vão revelando aos poucos suas interligações, e a busca por saber o que realmente está acontecendo.

    Quem me esperava ali era o Tarantino genial de Bastardos Inglórios ou o Tarantino ridículo de Django? Digamos que o filme está no meio. As tarantinices estão presentes: os planos espetaculares (assimilados de filmes orientais - ou no caso aqui de John Ford), os diálogos (muito diálogo) bem escritos, aquelas cenas de confrontos...

    Basicamente uma história de como a Guerra Civil Americana não acabou em 1865. (Ou até hoje?) 
     

    domingo, fevereiro 14, 2016

    The Dark Origins Of Valentine's Day



     A drawing depicts the death of St. Valentine — one of them, anyway. The Romans executed two men by that name on Feb. 14 of different years in the 3rd century A.D.


     Valentine's Day is a time to celebrate romance and love and kissy-face fealty. But the origins of this festival of candy and cupids are actually dark, bloody — and a bit muddled.

    read it here: 
    The Dark Origins Of Valentine's Day : NPR

    Novo símbolo para as olimpiadas Rio 2016


    RAY COSTA
    (Rio de Janeiro, RJ) 

    É importante sair de si (e dos caminhos conhecidos) no Carnaval carioca


      -


    "Entendi que existem majoritariamente dois carnavais de rua no Rio de Janeiro: um zona sul, coxinha, de blocos gigantescos, trios elétricos e homem que acha que mulher no Carnaval merece ser assediada. E outro, no centro e zona portuária, ao som de marchinhas, com meninas de biquíni e cocar, garotos de tchutchu. Sem assédio, com paquera e respeito. E, às vezes, com brisa.

    Limitar a grandiosidade do que ocorre no centro pela miserável cena da zona sul, é pobreza de espírito. Limitar a experiência do Carnaval ao que se pode observar de casa, do carro ou de um bloco suspeito é o oposto do sair de si carnavalesco."


    leia o texto de Antonia Pellegrino​
    Blocosfera: É importante sair de si (e dos caminhos conhecidos) no Carnaval carioca | alalaô

    O papa e o patriarca




    (Salvador, BA)

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    Vem aí o leão!






    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Juca Ferreira: ‘Lei Rouanet transgride o interesse público’


     


    "A lei, de fato, transgride o princípio do interesse público. Não atende. Não é só essa distorção, são múltiplas. A lei representa 80% do que o governo aplica em fomento de cultura. E o critério não é o da necessidade da política pública de cultura."

    Leia mais >>

    Juca Ferreira: ‘Lei Rouanet transgride o interesse público’ - Jornal O Globo

    Produtores reagem à declaração de Juca Ferreira sobre Rouanet


     

    "— Corrigir distorções da Lei, com a aprovação do Pró-Cultura, sou favorável. Mas antes disso impedir o uso do mecanismo, num contexto em que o Governo vem reduzindo substancialmente os investimentos diretos em projetos culturais, é "matar a vaca para tirar o carrapato". Gostaria de ver publicada a posição do Ministro sobre os incentivos do Governo Federal à indústria automotiva — disse."

    leia mais>> 
    Produtores reagem à declaração de Juca Ferreira sobre Rouanet - Jornal O Globo

    TV não conseguiu achar uma linguagem para filmar e transmitir o desfile de carnaval,



    De Ivana Bentes

    Vendo da avenida a Mangueira no desfile das campeãs e a linguagem alucinatória e sensorial, corporal, do desfile afrociberdélico, fica claro que a TV não conseguiu achar uma linguagem para filmar e transmitir o desfile de carnaval, que como disse o Marcus Galiña aqui "é a única obra cênica interrompida por repórteres que entrevistam os artistas DURANTE a sua apresentação."

    A transmissão da TV transformou o desfile em uma coluna social, que direciona as filmagens para as celebridades e para os repórteres, interrompendo e atravessando constantemente o samba e a visualidade, trazendo foco para o estúdio da TV e seus convidados, uma espécie de camarote vip que somos forçados a ouvir e a acompanhar para poder ver o desfile pela TV.

    Felizmente esse ano a TV Brasil passou a transmitir também, sem o vipismo. A questão é que o jornalismo televisivo não sabe onde colocar a câmera, não existe uma câmera-foliã, a câmera não interage com os corpos e não capta a tensão entre o pé no chão, os gestos, a alegria singular de cada componente e a monumentalidade e visualidade operística dos carros alegóricos.

    O futebol teve mais sorte! O Canal 100 fez uma revolução nas filmagens do futebol, nos anos 60/70 ao colocar a câmera do ponto de vista do pé dos jogadores (inovando nos ângulos, no movimento, etc.) e criando um tipo de filmagem dramática e participativa que a TV incorporou. O Cinema Novo deu sua contribuição conceitual para o documentário de futebol com um filme extraordinário de Joaquim Pedro de Andrade, Garrincha Alegria do Povo, mostrando como Garrincha pensava com todo o corpo, pensava com o pé! Um filme que interpreta o futebol, que interfere, mas de forma a ampliar sua linguagem e não a reduzí-la.

    Quando vão reinventar a filmagem dos desfiles de carnaval?

    P.S. Alguns artistas e cineastas usaram o carnaval em instalações sensoriais e imagens sensações, Arthur Omar fez esse experimento em toda a série da Antropologia da Face Gloriosa na fotografia e que inspirou Karin Ainouz no filme Madame Satã. Vendo algumas das suas filmagens inéditas do carnaval do Boi de Parintins e do carnaval do Rio, vejo essa câmera-corpo. Prepara uma instalação que se chama "Escola de Samba Virtual" e é obcecado por essa questão de uma câmera-foliã que se joga e queima com os corpos.

    Charge farpada



    (Campinas, SP)
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    pela cochlea: nowhere man- paul westerberg (lennon -mccartney(

    Carnaval de rua? Onde?




    Diferentemente do clichê repetido a cada ano, o carnaval de rua morreu. O fenômeno atual, de grandes multidões pelas ruas, cheiro de urina, furtos de celulares, tensões, empurra-empurra, brigas de playboys, trânsito bloqueado, falta de policiamento e outros transtornos, parece atender mais a convocações publicitárias de grandes fabricantes de cerveja do que ao desejo de brincar, cantar e dançar numa das festas brasileiras mais emblemáticas.

    leia o texto de ÁLVARO MIRANDA  

    foto Pablo Jacob

    Decisão do TCU sobre Lei Rouanet deve ser reformada

    "O fato é que a decisão parece se fundar numa perspectiva muito mais moralista do que com base na lei e seus preceitos. O Poder Legislativo, órgão ao qual o TCU está vinculado, editou a Lei Rouanet para que se fomentasse o mercado, a indústria e estimular geração de emprego, renda e, por que não dizer, lucro aos agentes do setor. O Poder Executivo tem agido, de forma cuidadosa ao longo dos últimos anos, para criar mecanismos de democratização, acessibilidade, sempre de maneira responsável e respeitando os ditames legais.

    A decisão do tribunal, com o devido respeito, deve ser reformada sob pena de subverter o comando da lei e criar um conceito, na minha visão, insustentável do ponto de vista técnico: como prever de antemão, sem juízo de valor, que um produto cultural vai ser lucrativo?"

    leia o artigo de Fabio De Sa Cesnik >>
    ConJur - Fábio Cesnik: Decisão do TCU sobre Lei Rouanet deve ser reformada:


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