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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, fevereiro 13, 2016

    pela cochlea: Selfie - Banda Dirimbó

    fiz um selfie amor
    mas voce não curtiu
    eu não sei mais o que faço
    com a foto do perfil

    PALAVRAS


    A América Latina tem cometido o mesmo erro que a esquerda europeia –tirou a maioria da pobreza, mas não a converteu em cidadãos comprometidos, senão em proprietários e consumidores que acabaram voltando a votar em seus carrascos. 

    A conivência com as velhas formas invariavelmente tem levado ao problema da corrupção às novas formações políticas. A vacina da participação popular não foi implementada. E isso dá à direita revanchista chance de tentar legitimar a sua ideia de que o poder lhe pertence por nascimento. 

    - Juan Carlos Monedero 

    Os shortinhos e a falta de diálogo -


    " Não é incrível que, mesmo depois do movimento de ocupação das escolas públicas de São Paulo e em outros Estados, nossas escolas continuem a ignorar a participação dos alunos, para que eles sintam de forma mais concreta que fazem parte dela? Eles precisam se sentir ativos e participativos na escola, e não somente atender às regras a eles impostas. Aliás, onde há regra, há transgressão, mas parece que as escolas não sabem o que fazer quando as transgressões ocorrem.

    O grande receio da instituição escolar é o de ter de atender a todas as demandas do alunado, inclusive as impertinentes. Como a do uso do shortinho, por exemplo. Mas aí cabe discutir, à luz do conhecimento, a informalidade no mundo contemporâneo e os seus limites em ambientes profissionais, por exemplo.

    Por que as escolas não discutem o uso do uniforme com seus alunos, já que serão eles que o utilizarão? Algumas poucas escolas já fizeram isso e conseguiram adesão dos alunos que, inclusive, criaram as vestimentas que usam diariamente."

    leia mais na coluna de Rosely Sayão >>

    (110) Helena Neviani - Os shortinhos e a falta de diálogo - Rosely Sayão...

    sexta-feira, fevereiro 12, 2016

    pela cochlea: Talking Columbia - Woody Guthrie

    Yes, Uncle Sam needs wool, Uncle Sam needs wheat,
    Uncle Sam needs houses and stuff to eat,
    Uncle Sam needs water and power dams,
    Uncle Sam needs people and people needs land.
    Don't like dictators not much, myself,
    But I think the whole country ought to be run
    By electricity!

    quinta-feira, fevereiro 11, 2016

    Volta ao Trabalho





    (Campinas, SP)
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    Coisas que muitos gostariam de ter feito no carnaval




    (Salvador, BA)

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    Via iris: MUSTANG (dir Deniz Gamze Erguven rot Erguven & Alice Winocour, Turquia, 2015)


    A opressão sobre as mulheres retratada em cinco irmãs turcas que passam a viver enclausuradas após seus folguedos inocentes com colegas cairem na boca das candinhas. Como gado, criadas para o abate nos casamentos arranjados.

    Cada irmã tem um destino diferente e assim percorremos diversas vidas. Retratada de forma natural, através da amizade entre as meninas. Mais emocionante é a história da quinta irmã, a mustang, alazâ chucra, indomável. Com um bom elenco, afiado, lembrando Virgens Suicidas, o filme é excelente.

    Diante do medo global, Brasil procura afastar o fantasma do zika vírus de seus Jogos Olímpicos


     


    "Outra questão também precisa ser ponderada, afirma Lee Igel, professor da Universidade de Nova York, que recentemente escreveu um artigo defendendo a suspensão das Olimpíadas. A reunião de pessoas de diferentes partes do mundo em uma área epidêmica pode ajudar a espalhar a doença. "Muitas pessoas viajam para o país nos Jogos e, depois, retornam para a casa. É uma forma conveniente para o vírus se espalhar pelo mundo.

    leia a reportagem de maria martin
    Diante do medo global, Brasil procura afastar o fantasma do zika vírus de seus Jogos Olímpicos | Brasil | EL PAÍS Brasil

    Volta à realidade





    (Curitiba, PR)

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    The Brazilian carnival queen deemed 'too black' –


    "Nayara Justino thought her dreams had come true when she was selected as the Globeleza carnival queen in 2013 after a public vote on one of Brazil’s biggest TV shows. But some regarded her complexion to be too dark to be an acceptable queen. Nayara and her family wonder what this says about racial roles in modern Brazil"




    pela cochlea: Jamelão / Velha Guarda Da Mangueira -- Exaltação à Mangueira (Aloísio Costa e Eneas Brites da Silva)

    quarta-feira, fevereiro 10, 2016

    Carnaval Zap






    (Belo Horizonte, MG)
      
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    terça-feira, fevereiro 09, 2016

    Colombina onde está voce?





    (Campinas, SP)
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    Crise?






    (São Paulo - SP)

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    Outros Carnavais



     

    (Juiz de Fora, MG)

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    O Carnaval e o menino



    "Eu não tinha coragem de dizer que não gostava daquilo. Mas o pai se entusiasmava com qualquer novidade. Lá pelas quatro horas da tarde me botava uma túnica preta e a tal máscara de morcego que fedia a papelão e cola. Me mandava para a praia dos Tamoios que assumia o papel de "grande teatro da vida". Esbarrava com outros morcegos bem mais animados do que eu. Procurei me esconder atrás da Pedra da Moreninha, onde estavam gravados em bronze os versos de Hermes Fontes: "Paquetá é um céu profundo que começa neste mundo e não sabe onde acabar"."

    LEIA A CRÔNICA DE CARLOS HEITOR CONY

    Levantamento feito no Rio com 320 ônibus mostra que apenas 35% tinham ar-condicionado



     


    - Quando as janelas estão abertas, nem penso em embarcar. Prefiro ficar no ponto. Caso contrário, tenho de trocar a roupa toda suada depois de uma viagem.

    "Faltavam alguns minutos para as 11h da última sexta-feira. Na calçada, ao lado de um ponto de ônibus na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, o termômetro marcava 32,8 graus. A equipe do GLOBO embarcou na linha 413 (Muda-Jardim de Alah), e a temperatura lá dentro já era diferente. Em quatro minutos, subiu oito graus, chegando a 40,9. Mesmo com as janelas abertas, a sensação era a de estar numa sauna seca. Com o sol batendo do lado direito, a maioria dos passageiros escolheu o lado oposto para, ao menos, escapar dos raios que deixavam os bancos “em brasa”.

    À tarde, dentro do 348 (Riocentro-Castelo), na Avenida Presidente Vargas, a temperatura subiu sete graus em três minutos (de 33,3 para 40,3)."


    leia a reportagem de Renan França e Luiz Ernesto Magalhães​ >> 
    Levantamento feito no Rio com 320 ônibus mostra que apenas 35% tinham ar-condicionado - Jornal 

    foto: Guito Moreto

    segunda-feira, fevereiro 08, 2016

    Triste Carnaval

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    O carnaval do Lula






    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Em farra da cultura, interesse privado orientou política pública



     
    " A disputa entre os projetos, no entanto, é predatória e orientada por critérios mercadológicos —os mesmos ignorados por parte da produção. Por que um banco destinaria parte do seu Imposto de Renda para uma peça teatral montada na rua, sendo que um festival de música tem mais impacto e visibilidade?

    Na prática, o "potencial lucrativo" se afunila em interesses dos grandes patrocinadores. Mas o veto ao patrocínio de grandes eventos culturais abre três caminhos. O patrocinador pode redirecionar recursos para projetos menores, fugir com seu capital ou começar a tirar dinheiro da própria carteira. Hoje, os mecenas privados fortalecem suas imagens às custas do erário —na Rouanet, a cada R$ 10, menos de R$ 0,50 saíram de bolsos privados. "


    leia o artigo de Matheus Magenta

    ilustração: Fido Nesti 

    ONU defende descriminalização do aborto em meio à epidemia de zika





    ""O conselho de alguns governos para mulheres atrasarem gestações ignora a realidade de que muitas mulheres e meninas simplesmente não pode exercer controle sobre a maneira, o momento e as circunstâncias em que se tornam grávidas, especialmente em locais onde a violência sexual é tão comum", disse Hussein"

    leia a reportagem de Ricardo Senra:

    ONU defende descriminalização do aborto em meio à epidemia de zika - 05/02/2016 - Cotidiano - Folha de S.Paulo: e

    domingo, fevereiro 07, 2016

    pela cochlea : Romulo Fróes "Mulher do fim do mundo"


    Meu choro não é nada além de carnaval
    É lágrima de samba na ponta dos pés
    A multidão avança como vendaval
    Me joga na avenida que não sei qualé

    Pirata e super homem cantam o calor
    Um peixe amarelo beija minha mão
    As asas de um anjo soltas pelo chão
    Na chuva de confetes deixo a minha dor

    How a Medical Mystery in Brazil Led Doctors to Zika




    "The virus now threatens the economies of fragile nations and the 2016 Summer Olympics in Rio de Janeiro. It has opened a new front in the debate in heavily Roman Catholic countries about a woman’s right to birth control and abortion.

    And the children stricken with microcephaly, or abnormally small heads, have doctors everywhere asking: What is this virus? How could it have been around for almost 70 years without us realizing its power? What do we tell our patients about a bug that can hide in a mosquito’s proboscis and a man’s semen, even in human saliva or urine? What do we tell young women who ask if their unborn babies are safe?

    Dr. Kátia Petribu, a hospital psychiatrist in Recife, remembers the mothers. They were ghosts — mute, expressionless figures in corridors holding babies whose foreheads seemed to have vanished.

    Many of the mothers were young, one just 14. “They were in a state of shock,” she said. “They were unable to talk.”"


    read the newstory by DONALD G. McNEIL Jr.,
    Simon Romero​ and Sabrina Tavernise​

    How a Medical Mystery in Brazil Led Doctors to Zika - The New York Times

    Não Grite Eugenia: Ouça as Mulheres


      -

     "Não grite sua rejeição, tente me ler pensando que somos mulheres muito diferentes, não acreditamos nos mesmos deuses ou sentidos para a vida. Essa mulher nordestina com risco de zika na gravidez, cuja avó foi trabalhadora em um engenho de cana-de-açúcar, vive há mais de quatro décadas com doenças transmitidas pelo mosquito. A novidade é que agora o mosquito que atormentou sua mãe e sua avó ameaça seus filhos. Se você me lê, é porque, como eu, também está distante da realidade dela — da falta de assistência em saúde, de escolas, de saneamento adequado ou de transporte público. Somos mulheres muito diferentes, e as escolhas reprodutivas são uma parte íntima de quem somos.

    Eu sei que a questão do aborto provoca sentimentos intensos e dogmáticos em muitas pessoas. Eu me exercitei para acomodar minhas crenças originais e ensaiar um respeito à diversidade de escolhas. Por isso, novamente peço cuidado antes de gritar a essa mulher “assassina!” Nenhuma mulher que aborta é uma assassina — essa é uma acusação que ignora a delicadeza das escolhas reprodutivas, a intimidade de seus sentidos, e o quanto é melhor para todos nós que a liberdade seja o fundamento da vida conjunta. Mas há algo ainda mais particular na conversa sobre o aborto em caso de infecção pelo zika: diferente das outras situações de aborto, essa mulher já é, socialmente, uma futura mãe.

    Ela não escondeu a gravidez porque planejava um aborto, ela é uma mulher grávida, uma futura mãe que talvez já tenha iniciado o enxoval do filho. A epidemia a fragiliza até mesmo sobre como se apresentar ao mundo da casa e da rua. Talvez não a mim e a você, pois estamos muito distantes dela. É preciso lembrar sempre que uma em cada cinco mulheres, aos 40 anos, já fez pelo menos um aborto no Brasil — essa é a magnitude do aborto ilegal, inseguro e escondido. O aborto pelo zika vírus também pede proteção do Estado e legalidade, além de sensibilidade extra, sabe por quê? Estamos falando de uma mulher que se confrontará com um rearranjo de seus próprios planos de família e existência. Ela quer ser publicamente protegida, mas não publicamente incriminada como eugênica ou assassina."


    leia mais no artigo de Débora Diniz
    Não Grite Eugenia: Ouça as Mulheres | #AgoraÉQueSãoElas


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