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  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.

    sábado, maio 23, 2015

    pela cochlea: Gogol Bordello - Dig Deep Enough

    Who would know better than us pleasure seekers
    Than to meet inside of the shamanic speakers
    Where past is a memory, future is an illusion
    Where only the power of now
    Beats the confusion

    We who seek long enough
    Dig deep enough
    Stay strong enough
    The way

    De quem é esta faca?

    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Jon Hamm Talks About the 'Mad Men' Series Finale


    My take is that, the next day, he wakes up in this beautiful place, and has this serene moment of understanding, and realizes who he is. And who he is, is an advertising man. And so, this thing comes to him. There’s a way to see it in a completely cynical way, and say, “Wow, that’s awful.” But I think that for Don, it represents some kind of understanding and comfort in this incredibly unquiet, uncomfortable life that he has led. There was a little bit of a crumb dropped earlier in the season when Ted says there are three women in every man’s life, and Don says, “You’ve been sitting on that for a while, huh?” There are, not coincidentally, three person to person phone calls that Don makes in this episode, to three women who are important to him for different reasons. You see the slow degeneration of his relationships with those women over the course of those phone calls. 

    read theinteriew by Dave Itzkoff> 
    Jon Hamm Talks About the 'Mad Men' Series Finale -


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    Tragédias e tragédia

    Os indignados seletivos


    Os indignados seletivos são uma espécie recém-descoberta. Ninguém sabe se eles sempre existiram. Mas, nos últimos meses, eles podem ser vistos em profusão.

    leia mais 
    Os indignados seletivos | JORNAL O TEMPO

    quinta-feira, maio 21, 2015

    Trippy song uses samples from classic Disney movies to create dance music

    Nick Bertke, also known as "Pogo," is an Australian artist who specializes in unique remixes. In this particular Pogo remix, Bertke samples songs and dialogue from classic animated Disney movies to create music that sounds like it could be played in the club.

    Koko the Clown sings "St. James Infirmary Blues" in Betty Boop's Snow White

    No outono as folhas caem

    (Rio de Janeiro, RJ)
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    Nem sei se foram menores, mas sei que Jaime foi vítima de vítimas, que são vítimas de vítimas. Enquanto nosso país não priorizar saúde, educação e seguranças, vão ter cada vez mais médicos sendo mortos no cartão postal do país. E não só médicos, afinal, morrem cidadãos todos os dias em toda a cidade, não só na Zona Sul.

    - Márcia Amil
    ex-esposa de Jaime Gold
    assassinado a facadas na Lagoa

    Um dos maiores EU JA SABIA da historia

    read it here
    I think I know how Mad Men is going to end - Vox


    (Goiania, GO)

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    Luiz Ruiffato: O Brasil é para poucos |


    "Dependendo de onde nos situamos no espectro social podemos usufruir do que o Brasil oferece de melhor ou de pior do mundo, porque aqui, no mesmo espaço, convivem tempos civilizacionais inteiramente diferentes. A complexidade do nosso país é tão grande quanto a extensão de suas terras —atribuem a Tom Jobim a frase que talvez melhor resume a dificuldade de compreendê-lo (ou de nos compreendermos dentro dele): O Brasil não é para principiantes. Não é mesmo, porque, ao contrário do que apregoava lema governamental recente, o Brasil não é de todos, é de poucos."

    leia o artigo de Luiz Ruffato​ > 

    O Brasil é para poucos | Opinião | EL PAÍS Brasil

    foto: Fernando Frazão

    Um elefante incomoda muita gente...

    (Rio de Janeiro, RJ)
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    quarta-feira, maio 20, 2015

    Alan Sepinwall on Mad Men's finale

    In the immediate aftermath of watching "Person to Person," I wanted to think that the ad was simply there to underline the genuineness of Don's moment of bliss by showing us what a phony version — produced by the agency and business he traveled thousands of miles to escape — looked like.
    And that was mainly because I didn't want the entire series, and in particular Don's cross-country odyssey of self-discovery — during which he gradually shed himself of all the trappings of the life he built by stealing the real Don Draper's identity — to build to him learning nothing besides how to write a better tagline.

    Even if that ultimately feels true to both him and the series.

    We forge attachments with the characters of our favorite shows. We spend years watching their stories, and we want that time to feel well-spent. Sometimes, that means accepting them for who and what they are — embracing the monstrosity of a Tony Soprano or a Walter White, or accepting the deeply flawed natures of everyone and everything on "The Wire" — and appreciating how artfully their stories are told. Sometimes, though, we want to believe the best of them: that despite abundant evidence to the contrary, they can transcend their weaknesses and destructive patterns and become worthy of the time we put into them not just as a complex and interesting character on a TV show, but as someone worthy of this theoretical, entirely one-sided relationship we've built with them.

    The Don Draper we spent 92 hours watching was frequently a terrible human being. He stole a dead man's identity, drove his own brother to suicide, repeatedly cheated on both his wives, abandoned all responsibility to work and/or family whenever the mood struck him, and walked all over Peggy like she was a wine-stained scrap of carpet. But the Don we watched also had his moments of trying to be better, and occasionally achieving that goal for a moment or two before backsliding into his bad habits. The Don who showed Peggy the new Samsonite idea at the end of "The Suitcase," or the one who told Sally the truth about his upbringing, or even the one who wished his Birdie luck at school a few weeks ago — that is the Don Draper, or the Dick Whitman, or the blend of the two, whom we wanted him to be. And his final hobo odyssey — particularly that wry grin on his face as he sat on the bus bench at the end of last week's episode, completely free of the burden of being Don Draper, master of the universe — seemed to be pointing him in that direction.

    If Don really traversed this great land of ours, threw away all the sigils of Don Draper-hood, learned of Betty's impending death and the shaky future of their three children, and finally heard someone articulate his own deepest feelings of unlovability, and he came out the other side having only acquired the inspiration needed to buy his way back into McCann(**) and write that Coke ad — and cutting straight from the look of pure bliss on Don's face to the ad, without giving us hints of anything else he might do upon returning to New York, suggests that this is the only thing that ultimately matters to him — then that is a very cynical and dark take on a man I wanted better from. 

    But it also seems like an honest take on who that man actually was, and what "Mad Men" has been about.

    (Alan Sepinwall) 

    pela cochlea: Benjamin Clementine - Winston Churchill's Boy

    No país das maravilhas

    (São José do Rio Preto, SP)

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    De André Hippert

    Um rapaz de 24 anos pai de família e um menino de 13 foram assassinados ontem na Ilha. Segundo os moradores, foram mortos pela polícia, que invadiu o morro do Dendê para cumprir mandados de busca e apreensão e apreender máquinas caça-níqueis! Não consta que sejam bandidos. Está na capa de O DIA hoje. É uma tragédia a história do ciclista assassinado na Lagoa. Esses ataques com faca são tenebrosos. Eu vejo a movimentação dos bandidinhos aqui perto de casa. eles são assustadores, mesmo. Porém, em sua grande maioria, são uns indigentes drogados que atacam violentamente quando estão loucaços. O estado deveria ser mais presente, educar, curar, tratar e encaminhar essas pessoas e a polícia do estado não deveria entrar atirando de qualquer maneira e em qualquer um, só porque o local é uma favela. Para mim todas as vítimas deveriam ter a mesma importância. Infelizmente não tem. Essa divisão entre nós e eles é o nosso grande problema, nosso abismo social, o que nos leva a trilhar o caminho da barbárie.

    De Jamari França:

    Assunto do dia aqui é a violência, queixas sobre a ausência da polícia, alguns dizem que a repercussão é grande por ter sido na zona sul. Não é verdade, muitos crimes em favelas tem sido esclarecidos até o fim. Não sei como o secretário de Segurança José Maria Beltrame ainda não mandou tudo à merda. As pressões sobre ele são tremendas, hoje mesmo seis helicópteros da polícia estão parados porque as empresas que cuidam deles não recebem há meses. 

    Com os recursos que ele tem não há como manter o policiamento em todos os locais necessários. A polícia fica feito barata tonta, assaltos no Centro, reforça-se o policiamento, os bandidos se deslocam para outro lugar, um médico é morto na Lagoa, a polícia aumenta a segurança, aí os assaltantes vão pro Aterro ou outro lugar qualquer. 

    Há duas semanas 31 bandidos foram presos no Aterro com facas e objetos roubados. Só um ficou preso, os demais na rua para outros assaltos. Pra policiar todos os locais necessários só se fossem 100 mil policiais, inviável. Tem que mudar leis, tem que ter um serviço social eficaz, melhor distribuição de renda, melhor educação, empregos ou seja um sério problema estrutural que sempre existiu no Brasil e agora atingiu massa crítica. A solução: forte e contínua pressão popular, coisa que nós, brasileiros, não somos dispostos a fazer. Somos um povo que não acredita em si mesmo, desunido, dividido, prato cheio para nossa classe dominante.

    Cortes: nem excessivos nem flexíveis

    (Vitoria, ES)

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    Having a Wedding? A Sweet 16? Consider One of Brazil’s World Cup Stadiums!

    Itaquerao Stadium in Sao Paulo, Brazil

    "In Brazil, a debate raged throughout 2013 about whether two plus two equals four, or if in fact the correct answer was five. Those arguing that two and two was four were the millions of workers, students, academics, and citizens who said that spending billions on building new stadiums for the 2014 World Cup was a criminal use of resources. They said that every shred of data we have shows that mega-events require mega-spending, which leads to mega-debt, mega-displacements, and mega-militarization. The other side said that the World Cup would be a glorious affair providing not only international acclaim but an economic tide that would lift all boats."

    "This is more like a populace being forcibly strapped down and given medication “for their own good,” only to have an intense allergic reaction."

    read the article by Dave Zirin​ > 

    Having a Wedding? A Sweet 16? Consider One of Brazil’s World Cup Stadiums! | The Nation

    pela cochlea: PRINCE - BALTIMORE

    Does anybody hear us pray
    For Michael Brown or Freddie Gray?
    Peace is more than the absence of war

    Are we gonna see another bloody day?
    We’re tired of the crying and people dying
    Let’s take all the guns away

    If there ain’t no justice then there ain’t no peace
    If there ain’t no justice then there ain’t no peace
    If there ain’t no justice then there ain’t no peace

    Crise na saude

    (Campinas, SP)
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    terça-feira, maio 19, 2015

    Ad Men

    Interessante a "resolução" para a longa história de procuras & buscas de Don Draper.
    E se você não assistiu ainda ao último episódio de Mad Men, PARE DE LER ISTO AGORA.

    Matthew Weiner encapsulou em poucos minutos o final também da historia dos anos 60. De como os ideais da contracultura foram encorporados pelo universo de uma sociedade capitalista voltada para o consumo, empacotados e revendidos. 

    Muito do público chateou-se pela espiritualidade desvirtuada no finale. Quando Don, ou melhor, Dooommmm, parecia estar atingindo o nirvana de uma vida leve e solta, dick whitman na estrada, estava era tendo uma revelação Kodak. Ele, que não fora feito para aqueles tempos, pressentiu finalmente que os tempos estavam a mudarem-se, e não precisou de metereologista para ver como soprava o vento no alto daquerla colina. Sua resposta, meu amigo, tava vindo no vento.

    Quem achou isto de um cinismo atroz não vem acompanhando as opiniões proferidas por Weiner a respeito daqueles tempos. Nascido nos anos 60, nunca embarcou no que considerava balela do hype hippie, no papo dos protestantes e no ôba-ôba dos odaras. Crescendo nos anos 80, nas décadas do EUgoismo, yuppismo rolando nas pistas, o que ele via da era da aquarius eram corpos e mentes debandando para o sistema, traições renegando o outrora, doidões pela hora de se dar bem levando vantagem em tudo. Casacas - multicoloridas e repletas de miçangas - viraram.

    Paz e amor? Esse papo seu tá qualquer coisa. O que o mundo quer hoje é Coca-Cola. Isso é que é.

    ps - se lá eles foram de Coca,
    aqui nós fomos de Pepsi:
    Só tem amor quem tem amor pra dar
    Só o sabor de Pepsi nos mostra o que é amar...

    Foi aí que descobrimos que liberdade é uma calça velha azul e desbotada.

    This is the flag we'll plant when we conquer an alien planet


    Are you excited for the day when a benevolent global government rules over the Earth and all humans are united in pursuit of ambitious scientific and technological goals like exploring the depths of our solar system and staking claim over other planets? Do you at least think it'd be cool if astronauts started planting flags on extraterrestrial bodies in the name of Earth, rather than the country that they come from?

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    This is the flag we'll plant when we conquer an alien planet | The Verge

    FHC in NYC

    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Here's what everyone wrote about the Mad Men finale


     Don may have ended Mad Men by calmly humming “om,” but critics certainly didn’t feel at peace by the time the credits rolled. For one thing, the show’s final minutes were open to interpretation: Did Don return to New York to pitch the Coke ad after his cross-country journey? Or did he remain in California, with the ad simply nodding to the nature of advertising?

     Is this a depressing ending? A happy one? Your answer probably comes down to whether you believe, as Stan does, that there’s more to life than work.

    read more> 
    Mad Men series finale: The reviews are in... | Here's what everyone wrote about the Mad Men finale

    B B KING

    se eu fosse famoso, ao morrer, quereria uma elegia por um desenho de Dalcio Machado.
    Ele é impressionante!

    (Campinas, SP)
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    segunda-feira, maio 18, 2015

    What We'll Miss About Mad Men


    "But more than the characters, dialogue, or auteurist details, what I'll miss most about Mad Men is the way I, and perhaps many of you, absorbed it. This was not a show that we merely watched. We studied it. We hit pause to verify the names of the books that popped up in certain scenes. (Did everyone else notice the appearance of both Michael Crichton's The Andromeda Strain and James Michener's Hawaii—the jumping-off point?—during Don's hotel stay in last week's episode? Of course you did. Because you hit pause on the DVR.) We scrutinized the costumes, not only for their period accuracy and textural gorgeousness, but for their deeper meanings. We connected the dots from things that happened all the way back in seasons one or two to the moments unfolding in seasons six or seven. We read up on the 1960s history that served as both backdrop and subtext for whatever was happening in Don's, Joan's, Peggy's, or Pete's world.

    read the article by Jen Chaney

    Mad Men Best Thing - What We'll Miss About Mad Men:

    pela cochlea: Selma do Côco - Areia


    Dilma na onda dos livros de colorir

    (São Paulo, SP)

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    No enterro, repórteres perguntaram qual era o meu pedido para as autoridades.
    Eu não peço nada, pois elas não fazem nada.

    - Ronaldo Natureza,
    realizador do Projeto Esportivo Bom de Bola
    e pai de Diego Luniere, morto por bala perdida

    Charge na linha

    (São Paulo - SP)

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    Saindo do armário - - João Paulo Cuenca

    "Imagine uma campanha que revele às senhorinhas eleitoras de Telhada ou Bolsonaro que seus ídolos, galãs e mocinhas das novelas, são maconheiros –e que tudo bem, levam suas vidas e decoram os textos normalmente. Ou o poder que teriam declarações de compositores, gênios da música brasileira e ídolos populares ao admitir que nas últimas décadas ingeriram consideráveis doses de cocaína e todo tipo de bolinhas?

    Nos últimos dez anos perdi a conta de quantas estrelas de TV, músicos consagrados, escritores, dramaturgos, jornalistas, editores, galãs de novela, celebridades e capas de revista vi fumar unzinho ou esticar uma carreira em festinhas de apartamento ou camarins de shows. Não sou do tipo de escritor que confraterniza com políticos e autoridades, mas relatos dizem que não é muito diferente. "

    É fato que seres humanos consomem drogas desde a Idade da Pedra. É fato que a recente política de repressão falhou no mundo inteiro. Trata-se de uma das grandes tragédias do século passado que se arrasta por este: o custo social do combate armado às drogas é infinitamente superior ao custo de lidar com o uso regulamentado e legalizado dessas substâncias. A guerra não apenas não reduziu o número de usuários como matou mais do que qualquer droga seria capaz. "

    leia mais na coluna de João Paulo Cuenca​ > 

    Saindo do armário - 18/05/2015 - João Paulo Cuenca - Colunistas - Folha de S.Paulo

    Dona Selma do Coco - Agora foi que eu cheguei.... IN MEMORIAM

    domingo, maio 17, 2015


    (Rio de Janeiro, RJ)
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    Adeus, Don Draper -

    "Ao cabo de sete temporadas, reitero a impressão que me deixaram os capítulos iniciais: o apogeu da teledramaturgia não se deu com Os Sopranos, mas com Mad Men e sua lânguida e inebriante narrativa."

    "Do muito que já se especulou a respeito nada, a meu ver, supera a tese de que depois de virar Don Draper, Dick Whitman assumiu a persona de um sequestrador aéreo."

    leia a coluna de SERGIO AUGUSTO> 

    Adeus, Don Draper - Cultura - Estadão

    Vote Stannis

    John Lopez: This season has taught me that no one, villain or hero, feels capable — let alone worthy — of ruling Westeros yet. The Starks were too noble to navigate the snake pit; the Lannisters, i.e., the snakes, just ended up biting themselves; and the Dornish can trash-talk defeat out of the jaws of victory. And Mace Tyrell? He’s just happy to be invited. Even poor Dany, for whom we’re all implicitly rooting, still can’t get it together down Meereen way. Jeez, even when she backtracked to reopen the fighting pits, it somehow felt like the right decision at the wrong time. Yes, I get it: Meereen is training wheels and she’s the Mother of Dragons and all that. But the longer Dany’s detour in Meereen becomes — her latest nuptials suggest her stay will be interminable — the less starry-eyed I am about a Targaryen restoration. I mean, she can’t even house-break Drogon.
    All of which is to say, at this point, I’m starting to look at Stannis with new eyes. Sure, he doesn’t wow you with excess charisma of either the naively noble Ned Stark or the Vaderesque Tywin varieties. And he’s far from perfect: His fleet got outflanked by Tyrion, and he fathered a shadow demon that murdered his little brother. But by Game of Thrones standards that’s nothing, the Westerosi version of Bill Clinton smoking pot. Most importantly: He’s still around. And contrary to every other wide-eyed, would-be savior, Stannis seems to get the machinations of power. Clearly he’s no Gandhi, but at least he’s not pulling a Cersei and empowering religious fanatics who would clearly burn down King’s Landing to protect it. (And next to the Boltons, he looks positively saintly.) The worst you can fault him for is being in thrall to Melisandre’s sexual power politics, but you know what? She tends to be frustratingly right. And she seems to believe in him.

    So when it comes down to the straw poll for next ruler of Westeros, I cast my ballot for Stannis. Or pledge my sword. Whichever doesn’t get me burned alive.

    Por que os pratos se maqueiam ?

    (Campinas, SP)
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    Marcus Faustini: Rouanet sem inocência -

     O debate público sobre a lei fica privado quando é apenas entre dois polos
    A Lei Rouanet provoca desigualdades regionais e centralização nas decisões do rumo do dinheiro público em agentes que não têm, a priori, como eixo principal o desenvolvimento da cultura e das artes — nenhum sujeito que acompanha a produção cultural no país de perto, nas redes ou pelos cadernos especializados, minimamente atento, pode negar este fato, debatido por vezes e legitimado. A lei precisa ser reformada, mesmo que passem a existir outros mecanismos de fomento de forma continuada.

    leia a coluna de MARCUS FAUSTINI
     Rouanet sem inocência - Jornal O Globo

    Eduardo Cunha e sua maquina do tempo

    (Curitiba, PR)

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    Ask the Maester: The Doom of Valyria, the Greatest Fighters in Westeros, and the Heartbreak of Greyscale «


    What happened to Valyria? 

    Tormund mentioned that the remaining wildlings have gathered at Hardhome. Where and what is that? 

     I was wondering about the history of winters. How frequently do they arrive? How long do they last? More importantly, how much territory do they affect?

     Ask the Maester: The Doom of Valyria, the Greatest Fighters in Westeros, and the Heartbreak of Greyscale «



    pela cochlea: B B KING - THREE O CLOCK BLUES - in memoriam

    Goodbye everybody
    I believe this is the end

    e o blog0news continua…
    visite a lista de arquivos na coluna da esquerda
    para passear pelos posts passados

    Mas uso mesmo é o