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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quinta-feira, janeiro 23, 2014

    Os piores rolezinhos ainda estão por vir








    (São Paulo, SP)

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    Morre soldado japonês que levou 29 anos para admitir derrota na guerra



    "Ele permaneceu em seu posto na selva, em uma ilha das Filipinas, por 29 anos, se recusando a acreditar que a Segunda Guerra tinha acabado, e voltou ao praticamente irreconhecível Japão em 1974, sendo recebido como herói.

    Sua história ganhou circulação mundial em livros, artigos e documentários, mas Onoda decidiu tentar levar uma vida normal.

    Ele saía para dançar, aprendeu a dirigir e viajou pelas ilhas japonesas. Mas era um homem sem raízes, em um país desconhecido, desilu
    dido com o materialismo e incapaz de aceitar as mudanças. "Há tantos edifícios e automóveis em Tóquio", ele disse. "A televisão pode ser conveniente, mas não tem influência sobre minha vida aqui".

    Em 1975, ele se mudou para a colônia japonesa Jamic em Terenos, no Mato Grosso do Sul, Brasil, e se tornou pecuarista; em 1976, Onoda se casou com Machie Onuku, que ensinava como realizar a cerimônia de chá tradicional japonesa. Em 1984, eles voltaram ao Japão e fundaram a Escola Onoda de Natureza, um acampamento que ensina aos jovens como sobreviver na natureza. Em 1996, ele revisitou Lubang e doou US$ 10 mil a uma escola da ilha. "


    leia mais na reportagem de Robert McFadden :

    Morre soldado japonês que levou 29 anos para admitir derrota na guerra - 17/01/2014 - Mundo - Folha de S.Paulo

    pela cochlea: Vampire Weekend - Diane Young



    You torched a Saab like a pile of leaves
    I'd gone to find some better wheels
    Four, five meters running round the bend
    When the government agents surround you again

    "O Brasil vai passar vergonha", diz Rivaldo sobre a Copa do Mundo

    • José Luis Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo Com a autoridade de quem já ganhou um mundial pelo Brasil em 2002, o meia-atacante Rivaldo, do Mogi Mirim, falou sobre a preparação do país para a Copa do Mundo de 2014. E o veterano não tem previsões nada otimistas.
    leia mais:
    "O Brasil vai passar vergonha", diz Rivaldo sobre a Copa do Mundo - Notícias - UOL Copa do Mundo 2014

    82% são contra rolezinhos, revela pesquisa Datafolha

     Atitudes dos jovens que mais incomodam os frequentadores desses lugares são correrias (70%) e gritarias (54%) 

     MARCELO LEITE

    O Datafolha atesta o lugar-comum de que os centros de compras são a praia dos paulistanos: 73% vão ao shopping pelo menos uma vez por mês (e 25%, toda semana). E quem vai à praia quer tudo menos algo que se pareça, mesmo de maneira remota, com um arrastão.  

     leia mais: 
    Folha de S.Paulo - Cotidiano - 82% são contra rolezinhos, revela pesquisa Datafolha - 23/01/2014

    O rolezinho do Montanaro








    (São Paulo, SP)
     
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    segunda-feira, janeiro 20, 2014

    Kaique e os rolezinhos: o lugar de cada um |

    A lógica que criminalizou os rolezinhos é a mesma que levou a polícia a registrar a morte do adolescente Kaique Augusto Batista dos Santos como suicídio, antes de qualquer investigação.


    "Debaixo de um viaduto, um jovem negro morto não chama a atenção. Se for possível perceber pelas roupas, cabelo e acessórios que é gay, menos ainda. Não é estranho o suficiente para que a polícia acredite que precise estranhar. É, talvez, onde parte da polícia e parte da sociedade espera – e muitos até torcem, como provam os comentários homofóbicos e racistas que também proliferam na internet – que acabe um adolescente negro e homossexual que saiu de uma balada gay do centro de São Paulo. Para tanto, basta tascar no boletim de ocorrência, já que é preciso dizer alguma coisa: “suicídio”. E despachar o corpo para o Instituto Médico Legal como indigente, já que Kaique teria perdido os documentos e o celular.

    Já dentro de um shopping, um grupo de jovens pobres e, em sua maioria negros, está fora de lugar para essa mesma polícia e a sociedade que a gesta, evoca e respalda. O deslocamento, por si só, passa a ser interpretado como um crime, na medida em que essa mobilidade é criminalizada por leis não escritas, mas profundamente introjetadas. Tão introjetadas que o aparato de segurança pública e o judiciário são acionados para mantê-los do lado “certo” – o lado de fora."


    leia o artigo de Eliane Brum 
     Kaique e os rolezinhos: o lugar de cada um | Opinião | Edição Brasil no EL PAÍS

    pela cochlea: Letuce - Não Amo NInguem (Cazuza, Frejat & Ezequiel Neves)



    Eu ontem fui dormir todo encolhido
    Agarrando uns quatro travesseiros
    Chorando bem baixinho, bem baixinho, baby
    Pra nem eu nem Deus ouvir
    Fazendo festinha em mim mesmo
    Como um neném, até dormir

    pela cochlea: Letuce - Não Amo NInguem (Cazuza, Frejat & Ezequiel Neves)



    Eu ontem fui dormir todo encolhido
    Agarrando uns quatro travesseiros
    Chorando bem baixinho, bem baixinho, baby
    Pra nem eu nem Deus ouvir
    Fazendo festinha em mim mesmo
    Como um neném, até dormir

    Daslu, Danuza e Dá o fora!

    Arquivo
    "O rolezinho é uma evidencia da pressão exercida na parede do dique.

    Quem quer entrar entende (com ou sem razão) que o Brasil limpo, organizado, atraente, refrigerado, seguro, iluminado, rico, antenado, onde faísca la dernier cru  do consumo e, vá lá, bonito, para os padrões dominantes,   está lá dentro.

    Não nas ruas desoladoras e escaldantes  das periferias conflagradas onde vive a maioria dos integrantes do rolê.

    Pode-se – deve-se - discordar da matriz de valores que atribui a um bunker do consumo o padrão de sociedade desejável para viver e se divertir.

    Mas há razões para isso.

    Um dado sugestivo: até o ano passado, apenas 13,5% dos municípios brasileiros dispunham  de uma secretaria voltada exclusivamente para a cultura."


    leia artigo de SAUL LEBLON:
    Daslu, Danuza e Dá o fora! - Carta Maior

    Paquetá vê o número de turistas crescer 80% neste verão


    Praia José Bonifácio: passeio de pedalinhos na Baía de Guanabara é uma boa forma de conhecer novos pontos de vista da ilha

    O burburinho urbano de Copacabana tem empurrado um número crescente de turistas cariocas e do Grande Rio para uma nova princesinha do mar, ou melhor, da Baía de Guanabara. Desde o início do ano, Paquetá vem sendo tomada por visitantes, que buscam em suas águas e ruas calmas a tranquilidade que falta ao restante da cidade.

    Com a ilha em alta desde dezembro (no dia 27, a demanda foi 297% maior que a esperada para uma sexta-feira), os comerciantes sentem o aquecimento do mercado .

    leia reportagem de WILSON MENDES
    Paquetá vê o número de turistas crescer 80% neste verão


     Na foto, a Praia José Bonifácio, uma das 12 da ilha

    fotos de ROBERTO MOREYRA
    <

    Enquanto isso, no Maranhão...





    (Campinas, SP)
     
     
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    pela cochlea: Animal Collective - I Think I Can



    And I don't want, and I won't have
    To keep myself from moving on anyways
    And I know how too many tough times
    Can ruin the day from good ways
    (If I wanna, when I need to
    You know I could just
    Come back to it anyhow)

    So... 

    The Raven: Lou Reed’s Adaptation of Edgar Allan Poe, Illustrated by Italian Artist Lorenzo Mattotti | Brain Pickings





    Our era’s most exquisite take on the beloved poet comes from none other than the late and great Lou Reed. In 2003, he endeavored to set Poe’s most famous stories and poems to music, unleashing his legendary composer-lyricist magic on an album that was part tribute, part remarkably inventive interpretation of Poe’s literary legacy. Alongside the record came the eponymous graphic novel The Raven (public library) — Reed’s collaboration with legendary Italian cartoonist and artist Lorenzo Mattotti, whose mesmerizing crayon pastel illustrations amplify the dark whimsy of Poe’s poetry and infuse it with the defiant eroticism of Reed’s lyrical adaptation.

    read and see:
    The Raven: Lou Reed’s Adaptation of Edgar Allan Poe, Illustrated by Italian Artist Lorenzo Mattotti | Brain Pickings




    domingo, janeiro 19, 2014

    Faltam vagas nos presídios





    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    Saudade do rolezinho arte, do rolezinho moleque...



    A popularização do fenomeno rolezinho representa ao mesmo tempo o seu fim - ao mesmo na forma de zoação como vem ocorrendo. Cada qual vai usar os rolês para seus interesses próprios. Os que incentivam e os que criticam. Os que organizam e os que se apropriam. Os que barram e os que esbravejam. Os que infiltram e os que filtram.

    ..

    IMAGENS


    VICTOR R. CAIVANO

    The Political Genius of Pope Francis

    This guy could teach President Obama a thing or two.




    Herein lies the genius of Pope Francis’s papacy: He has persuaded the world he isn’t a politician and, in doing so, has become arguably the most politically influential man in the world.

    read article by CANDIDA MOSS
     The Political Genius of Pope Francis - Candida Moss - POLITICO Magazine:

    pela cochlea: Guided by Voices - Forever until it breaks



    We walked along the waters
    (Calling that opera surprise)
    Staring at all our waste and
    Staring at all the corpsmen
    We watched along the

    I'll breathe

    Ilhas do Rio: É hora de zarpar para Paquetá





    "O continente fica para trás. O destino é Paquetá, e o que leva um monte de gente para lá nos fins de semana ensolarados é o prazer de aproveitar um dia numa ilha com oito quilômetros de extensão rodeada por atrações que vão de uma volta de charrete a uma roda de samba e um refrescante banho de mangueira na calçada de um restaurante. Há também quem arrisque um mergulho no mar — no boletim divulgado pelo Inea na última terça, as praias da Ribeira e da Moreninha estavam pró-pri-as."
    leia a reportagem de Ana Carolina Ribeiro

    (fotos de Daniela Dacorso)

    Rolezinho no cardápio

    r0L3z1nh0

    "Esses jovens estão reproduzindo o modelo social que existe, o dos ais ricos.
    É esse padrão de consumo que temos que questionar.
    Não criminalizar a juventude."


    boa reportagem em video:


    e o blog0news continua…
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    Mas uso mesmo é o

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