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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, outubro 26, 2013

    As grandes metrópoles do mundo se voltam para o centro



    "Do Meatpacking à Luz, parece estar em jogo a retomada de valores básicos para um urbanismo que prioriza a vida agitada das calçadas, o comércio de rua e soluções pontuais para problemas de bairro. 

    : Esse coro sublinha o que teóricos americanos batizaram de “inversão geográfica do sonho americano”: a volta ao centro dos mais afluentes que migraram para o subúrbio atrás de calma e tranquilidade e hoje se veem atolados em dívidas impossíveis de pagar e reféns do automóvel.
     
     Se, por um lado, o novo Brooklyn fez a felicidade do mercado imobiliário e injetou vida nova num pedaço da cidade antes ignorado pelos mais ricos, a exemplo do que já ocorrera no Meatpacking, é também um sinal de encarecimento insustentável, que expulsa as classes trabalhadoras e reserva o bairro a uma elite global."




    leia artigo de SILAS MARTI
     Um urbanismo mais saudável « Revista Digital


    pela cochlea: Paulinho Tapajós - No tempo dos quintais (Sivuca & Paulinho Tapajós) IN MEMORIAM

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    Havia frutos num pomar qualquer
    De se tirar do pé
    No tempo em que os casais
    Podiam mais se namorar
    Nos lampioes de gas
    Sem os ladroes atras
    Tempo em que o medo se chamou- jamais

    pela cochlea: Paulinho Tapajós - No tempo dos quintais (Sivuca & Paulinho Tapajós) IN MEMORIAM

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    Havia frutos num pomar qualquer
    De se tirar do pé
    No tempo em que os casais
    Podiam mais se namorar
    Nos lampioes de gas
    Sem os ladroes atras
    Tempo em que o medo se chamou- jamais

    sexta-feira, outubro 25, 2013

    Charge Biografada





    (Belo Horizonte, MG)
      
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    APPM


    Uma das novidades da feira Google Ideas em Nova York é um gadget desenvolvido por um instituto brasilero para uso pela Polícia Militar daqui. É uma camera acoplada ao bolso da frente do uniforme do policial que registra e arquiva tudo que acontece em suas diligências. O material pode ser acessado ao vivo ou posteriormente pelo comando da PM.

    Bacana, mas já sabemos como esse aparelho funcionará (ou não funcionará). Quando for o caso de alguma imagem ou gravação que realmente interesse, claro, ele terá apresentado defeito, ou terá sido desligado por engano, ou alguem apagará o material sem querer, etc...


    ps - um detalhe interessante: A PM Vanessa, que está representando a corporação e apresentando o app Smart Policing em Nova York, é uma das indiciadas no caso de tortura e morte do pedreiro Amarildo.

    Troque o seu beagle por uma criança pobre



    "Ninguém é a favor de que se maltratem os animais. Essa luta está na agenda do dia. Ninguém pode achar que bichos devam ser torturados para se obter cosméticos. É um debate que precisa ser travado. É uma luta legítima. E se for para criar uma vacina para seu filho? Se a experiência for com um rato, e não com um beagle, tudo bem? E se for com uma criança? Alguns ativistas sugerem que se fizesse testes com pessoas" .

    leia o texto de KIKO NOGUEIRA
    Troque o seu beagle por uma criança pobre | Diário do Centro do Mundo:

    Conceitos e Preconceitos


     


     

    (Vitoria, ES)

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    Descendentes de haitianos perdem cidadania na República Dominicana


     

    Filha de haitianos, a dominicana Juliana saiu de sua casa em 2008 para tirar sua cédula de identidade e voltou sem sua certidão de nascimento original. 

    E foi assim que Juliana se transformou, nas palavras de Rincón, na “protagonista da história de mais de 200 mil pessoas” que acreditavam serem cidadãs dominicanas até que o país redefiniu a existência deles como de “estrangeiros em trânsito”.


    leia a reportagem de ANDRÉ LOBATO
    Descendentes de haitianos perdem cidadania na República Dominicana - Jornal O Globo:

    pela cochlea: Okkervil River: "Down Down The Deep River,"


    Shivering from the late fall cold,
    I felt like a solid ghost.
    I ran and then I couldn't slow.
    My father found me though, my father took me home.
    He said, Oh, son, I saw you get knocked down,
    and I ran out I bet your head was spinning.
    With that bright pain you stunned,
    when you've only just begun to be only just beginning.
    Tossed in the viper pit, all those feelings and fears,
    and all that difficult shit in all those tender years.
    There was something in the air; something gathered in the air.
    Something singing in the wind.



    Though it's not all right. It is so far from all right.

    Sob o signo de Libra




    (Rio de Janeiro, RJ)
     
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    Os detalhes do assassinato de Amarildo



    Duas haviam sido obrigadas a ficar em um outro contêiner, bem perto de onde Amarildo era agredido. Ouvindo a tortura, elas entraram em pânico, caíram em prantos e tentaram deixar o local, mas foram impedidas, de acordo com o inquérito, por outros policiais. O relato é de que uma delas tapou os ouvidos para não escutar os gritos de dor e pedidos de ajuda de Amarildo.

    — Eles pediram que parassem a tortura e um deles chegou a ser hostilizado pelos demais, que faziam chacota, dizendo “deixa de ser frouxo, tu é polícia! (sic)”.

    leia : a reportagem de ELENILCE BOTTARI 
    Ministério Público revela detalhes do assassinato de Amarildo - Jornal O Globo

    ilustração de ANDRE MELLO

    segunda-feira, outubro 21, 2013

    Black Bleagles


    (Belo Horizonte, MG)

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    Pré-sal brasileiro é ouro em pó. Entrevista especial com Carlos Lessa




    O fato é que é um crime a Petrobras descobrir o campo de Libra e ter de partilhar a exploração.

    Nenhum país do mundo faz partilha de um campo já conhecido. O país poderia fazer uma concessão caso quisesse ser um país petroleiro, mas eu pessoalmente quero dizer que não há pior destino nacional do que ser exportador de petróleo. Basta olhar pelo mundo o que acontece com esses países: são sociedades atrasadas, com desequilíbrios sociais brutais.

    O argumento da Graça (Graça Silva Foster) é sem graça. É uma desgraça. Não consigo entender como isso está acontecendo se a presidente Dilma disse, em discurso quando candidata à presidência da República, que não iria privatizar o pré-sal.

    Me sinto mal, como idoso, em vender as empresas do Brasil, porque meus netos serão prejudicados.

    leia aqui>
     Pré-sal brasileiro é ouro em pó. Entrevista especial com Carlos Lessa:

    domingo, outubro 20, 2013

    Charge Adiantada


    (Belo Horizonte, MG)
      
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    pela cochlea: Mavis Staples - "Holy Ghost"


    Leio que militantes dos direitos animais invadiram um laboratório e libertaram mais de cem beagles cobaias de testes com remédios. Mas não levaram com eles os ratinhos de laboratório. Que absurdo! Discriminação! Isso é ratismo!

    Na casinha do PSB



     
    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Enquanto isso, em Minas...


     
    (Rio de Janeiro, RJ)

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    “Fio Maravilha” antecipou debate sobre pagamento de direitos a biografados


     

    Depois de alguns anos cantando a música, cujos versos descrevem um momento apoteótico do jogador (“Tabelou, driblou dois zagueiros / Deu um toque driblou o goleiro / Só não entrou com bola e tudo / Porque teve humildade em gol”), Ben Jor alterou a letra e passou cantar “Filho Maravilha”.

    leia a coluna de MAURICIO STYCER
     “Fio Maravilha” antecipou debate sobre pagamento de direitos a biografados - Entretenimento - UOL Entretenimento:


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