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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, julho 28, 2012

    Uma Abertura Aberta



    Em meio à glorificação da Inglaterra e do esporte, Danny Boyle & equipe passaram algumas  mensagens de cunho político embutidas na Cerimonia de Abertura da Olimpíada 2012.

    1) a valorização do NHS (National Health Service)
    para um mundo onde a maior nação do planeta se recusa a ouvir pensar nem numa versão aguada de algum sistema de saúde público
    (e que está sob ataque na própria Inglaterra pelos mercenários da saúde)

    2) uma família multirracial apresentada como representante da Inglaterra atual
    tapa no racismo, brado pela diversidade (e sem panfletismos, com naturalidade, com festa)

    3) nem precisaria comentar sobre a maneira vilanesca em que aparecerem os capitalistas industriais,
    apesar da exaltação nibelunguesca do aço

    4) na interessante homenagem a Tim Berners-Lee e à criação do www (leia-se todo um novo mundo) a citação que correu os LEDS do público: THIS IS FOR EVERYONE!
    recado para os que pretendem controlar ou dominar a internet

    5) o mais importante para mim
    os regimes totalitários são craques em exibições de massa
    em coreografar & coordenar passos & pessoas à perfeição
    robos-peças da imensa e grandiosa máquina-estado
    e poderão promover cerimonias impressionantes como Berlim 36, Beijin 08, Moscou e seu Misha

    mas jamais terão o toque humano
    a alegria de viver que permeou este espetáculo
    e principalmente: não tem (nem poderão permitir) um ingrediente essencial:  HUMOR.

    A capacidade de rir mesmo das coisas mais sérias e sinfônicas.
    País onde a Suprema Dignatária da Nação atua num esquete onde finge saltar de paraquedas com um personagem de ficçãopop  é outra coisa.


    Charge de uma Autopsia

     ANGELI
    (São Paulo, SP)
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    Olympic opening ceremony: It didn't make a bit of sense, but what a thrilling spectacle and what fun

     

    Danny Boyle has just made the biggest, maddest, weirdest, most heartfelt and lovable dream sequence in British cinema history. Heaven knows, hopes were not high after our sheepish "handover" performance in Beijing in 2008; we thought we would never match the Chinese and many of us were getting ready to excuse the anticipated cockups and catastrophes as proof of our supposedly superior democratic tolerance.
    But Boyle's opening ceremony was the equal of Beijing and more.

    These influences are very serious. Boyle corrected this, and gave the ceremony two things I never believed could co-exist in a sports arena: a sense of humour and a sense of wonder.

    It didn't make a bit of sense, but what a thrilling spectacle and what fun. This could be Danny Boyle's 3D multimedia masterpiece.



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    Olympic opening ceremony: Peter Bradshaw's review | Sport | The Guardian

    Festa incompleta


    No twitter do jornalista Ranga Mberi, do Zimbabwe:

    "#OpeningCeremony segment supposedly showing the people who built modern Britain. But I don't see many immigrants. OK Britain, we see you flaunting your history. Where's the bit in which you invade, loot, kill and plunder?"

    ..

    How James Bond whisked the Queen to the Olympics



    www.bbc.co.uk

    BBC News - How James Bond whisked the Queen to the Olympics

    Games That Will Never Make It To The Olympics

    All of this fanfare, built around games.

    While the Olympics represent the upper echelon of games, for many, games are simply a way to pass the time, connect with others and have fun. The Olympics utilize the best in facilities and technology, but many games for people in developing nations involve found objects, a heavy dose of creativity and ingenuity. These games will never make it to the Olympics -- and that's okay. The joy they bring to their participants is worth more than a gold medal.




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    Lindsey Minerva: Games That Will Never Make It To The Olympics

    Pela COCHLEA: Carpe diem - Rodrigo Leão

    Mitt Romney, the Unlikable Presidential Candidate

    It’s been a long time since the country elected a man as personally unappealing as Mitt Romney. Will Americans overlook their deeply held conviction that he’s a jerk? 

    Romney might still pass muster, but he has no grasp of the one crucial reality of class in America: you can be filthy rich as long as you don’t look or act like it. Gates doesn’t comb his hair, much. Jobs wore sneakers. Romney just looks too pressed. Even when he’s wearing those jeans. You can look at Romney on television and practically sense how he smells—of costly ablutions whose brand names the rest of us probably don’t even know. And he acts relentlessly rich.

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    sexta-feira, julho 27, 2012

    Charge Matada

    DUKE
    (Belo Horizonte, MG)
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    So the Olympics opening-ceremony soundtrack is radical? Yeah, right








    So the Olympics opening ceremony isn't just going to be Teletubbies Land with sheep? Albion will rise, for the Queen will spontaneously combust when she hears God Save the Queen by the Sex Pistols.

    Yet this playlist is not really controversial because, let's face it, it is that of the dreaded "50-quid bloke". The man who spends that much in one hit, as he can't get out to gigs like he used to. He hates The X Factor and likes bands that remind him of bands he used to like when young.  


    Look at all the punk nostalgia around the Jubilee. Peculiar and sad. Not because Westwood now loves the Queen or John Lydon does butter ads but because we can't move on

    What I can't forgive though is the pretence that punk was the pure source. Even at the time it was the most mediated, dissected and goadingly self-conscious of subcultures – and very quickly commodified. Most people who were part of it never ever wore bondage trousers or mohicans or any of the uniform. We were messing about with loads of makeup, silly "sexy" clothes while listening to loads of dub. We did want to upset people. But mainly just people at the bus stop. We wore synthetic nan dresses from charity shops and stuck toothbrushes in our hair. That was enough to look different.


    read the full article by :
    So the Olympics opening-ceremony soundtrack is radical? Yeah, right | Suzanne Moore | Comment is free | The Guardian

    terça-feira, julho 24, 2012

    Papa manda proibir revista de sátira

     

    Esta história começa com uma palavra-chave: vazamentos. Desde janeiro deste ano, uma série deles tem incomodado o papa Bento 16 e seu entorno. Documentos secretos e informações confidenciais vazaram do Vaticano para a imprensa italiana, desencadeando um processo que ficou conhecido como VatiLeaks.

     Na Alemanha, país natal de Bento 16, o assunto virou não só notícia, mas também piada. A revista humorística Titanic publicou, na capa e contracapa da edição de junho último, caricaturas retratando um papa senil e incontinente, com as roupas manchadas de urina e fezes, sob a seguinte manchete: “Aleluia no Vaticano – acharam o local do vazamento” (Halleluja im Vatikan – Die undichte Stelle ist gefunden)

    Titanic é uma revista de média circulação, com tiragem em torno de 100 mil exemplares e há 30 anos no mercado. Com o acesso de cólera do Vaticano, assinaturas e vendas em banca se multiplicaram exponencialmente. Ou seja, o que antes era veículo de entretenimento para um público de perfil alternativo tornou-se rapidamente um poderoso meio de massa. Desde então, Leo Fischer, o editor-chefe, atende a entrevistas diárias em diversos meios de comunicação alemães e toma ares de celebridade.

    leia mais
    Papa manda proibir revista de sátira

    WORD - A morte de uma revista

    Triste saber que, no mundo todo, tão poucas pessoas se dispunham a pagar por uma publicação que conseguia acompanhar muito de perto as novidades – mas sem cair na doença infantil da imprensa musical, especialmente britânica, de buscar o novo pelo novo. E que sabia revisitar o passado sem nostalgia ou choramingos do tipo “bom mesmo era naquele tempo”.

    leia o artigo de Álvaro Pereira Jr
    A morte de uma revista -

    Pela COCHLEA: Foster The People / Pumped Up Kicks

    All the other kids with the pumped up kicks  / You'd better run, better run, outrun my gun

    Hermano Vianna: Já passou o bombardeio literário da Flip?


    A Folha de S. Paulo decretou que a edição foi salva “aos 45 do 2º tempo”. O jornal reatou o romance com manchete bem assanhadinha na sua geralmente sisuda primeira página: “Com debates divertidos, Flip empolga no último dia”.

    Divertido? Empolga?

    Preciso defender os escritores malas. É muita crueldade exigir que, além de escrever bem, tenham talento para divertir ou esquentar plateias impacientes, com déficit de atenção ou com hiperatividade só controlada com muita ritalina. Ficou chato, não está a fim de enfrentar a chatice? Navegue pela internet do seu smartphone, mas mantenha um ouvido ligado no palco: quem sabe daqui a vinte minutos o escritor morno não solte uma frase brilhante de poucos caracteres e perfeitamente retuitável?

    Eventos tipo TED já nos acostumaram com conferências de 10 minutos todas embaladas por imagens velozes no power point e performances impecáveis/ensaiadas de palestrante transformado em show-man, com tiradas bem-humoradas, indignadas ou politicamente incorretas (é isso que esquenta o público) emitidas com timing perfeito. Ler demora, é chato: o grande público quer um resumo divertido. Ou quer apenas um ponto de encontro badalado, para ver e ser visto, e depois ter assunto para comentar no Facebook. O Facebook parece ser destino e modelo para tudo (é o condomínio fechado que engoliu a cidade).

    leia artigo completo
    Hermano Vianna

    Papai Joel existe?

    (Belo Horizonte, MG)
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    segunda-feira, julho 23, 2012

    Even before Aurora there was something dark with this movie




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    ‘Dark Knight’ Comments Suspended - The Daily Beast

    Blatter dá explicações sobre o caso Havelange/Teixeira


    (Rio de Janeiro, RJ)
     
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    Alexander Cockburn and the Radical Power of the Word



    Alex shared Tom Paine’s faith in the necessity of information and insight, of speaking truth to power; this, he knew, to be the essential element for building the activism that would begin the world over again. He was a radical democrat who believed ultimately in the power of the people to overturn the corruptions of empire that politicians and the corporate media would otherwise keep in place.

    Alex kept the radical faith, steadily, constantly, going to the ends of the earth to cover the next story of revolt and revolution, going to the far corners of the United States to uncover the news that Americans were not taking it anymore. If a crowd had gathered, and if they were raising the red flag, or any flag of protest, that was enough for Alex. He would report their struggle, usually in The Nation, but also in the pages of The New York Review of Books, Harper’s, Esquire, the Village Voice and (for a brief period as remarkable as it was ironic) the Wall Street Journal.


    readmore: 
    Alexander Cockburn and the Radical Power of the Word | The Nation

    Empresas apostam na evolução de quadrinhos digitais para tablet - 23/07/2012

     O sucesso dos quadrinhos para tablets está atraindo projetos que pretendem revolucionar a mídia. Enquanto no ComiXology o leitor toca na tela para passar a "página", o recém-lançado aplicativo Madefire esquece qualquer tradicionalismo em HQs batizadas de "motion books".

    leia o artigo de Rodrigo Salem:
    Folha de S.Paulo - Ilustrada - Empresas apostam na evolução de quadrinhos digitais para tablet - 23/07/2012

    domingo, julho 22, 2012

    Pela COCHLEA: Woody Guthrie - Pretty Boy Floyd

    At comics convention, the serious side is taking over

     

    The issue for the conventioneers was that after struggling since the 1970s to have the comics taken seriously, they have now succeeded, perhaps too well. The geek culture has been around long enough to create a tenured intellectual elite, and, by and large, these professionals see nothing but trouble in the fantasy world.

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    Even at Comic-Con, You Can’t Defy Gravitas - NYTimes.com:



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