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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, maio 19, 2012

    Pela COCHLEA: Otis Redding & Booker T and MG's - Try A Little Tenderness (Monterey '67)

    Marilyn Monroe Sings 'Happy Birthday' to JFK, May 19, 1962: A Photographer Remembers



    A half-century ago, on a spring night in New York City, 35-year-old Marilyn Monroe — literally sewn into a sparkling, jaw-droppingly tight dress — stood in a spotlight on a dark stage. She took a breath, began to sing — and 15,000 men and women who filled the old Madison Square Garden that night knew, simply knew, that they were seeing and hearing something that they would never, ever forget.

    see the gallery:
    Marilyn Monroe Sings 'Happy Birthday' to JFK, May 19, 1962: A Photographer Remembers - LIFE:

    photo by BILL RAY

    sexta-feira, maio 18, 2012

    Dez perguntas para a Comissão da Verdade »

    Dez perguntas para a Comissão da Verdade »  leia aqui

    Vinte e sete anos após o fim da ditadura, grupo poderá desvendar segredos como o destino dos desaparecidos.

    Lula no Facebook




    (Joinville, SC)
     
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    Flavio Colin inspira nova fonte tipográfica

    O aço que engole a floresta


    Carvão de mata nativa é usado para produzir ferro-gusa que alimenta grandes siderúrgicas



     Cleide Carvalho, O Globo



    Fabricantes de aço e ferro-gusa instalados no entorno do polo de Carajás, na divisa do Pará com Maranhão, ainda usam em seus fornos carvão de mata nativa, parte dela extraída ilegalmente de terras protegidas

    Para cada tonelada de ferro-gusa são necessários 875 quilos de carvão vegetal. No caso de mata nativa, essa quantia corresponde a pelo menos 600 metros quadrados de mata. Para piorar, os fornos primitivos em regiões de floresta são ineficientes, com perdas entre 40% e 50% do poder calorífico,

    Na cadeia de produção do ferro-gusa são comuns também denúncias de trabalho escravo.

    leia reportagem: 
    O aço que engole a floresta - O Globo

    Pela COCHLEA: Lirinha cantando Sidarta (Jorge du Peixe & Paes de Lira)

    Paulo Ramos escreve sobre Caloi, o desenhista argentino



    s militares queriam criar uma boa impressão aos outros países. Uma das iniciativas foi uma peça publicitária, que pedia aos torcedores não jogarem papéis no gramado.
                                                           O senão da campanha é que jogar "papelitos" no campo era uma tradição entre os torcedores do país.
    Um estranhamento inicial já havia sido feito por Caloi em sua tira. Clemente se perguntava como é que os argentinos ficariam sem jogar papeizinhos no gramado dos estádios?
    A resposta foi canalizada justamente no telão que trazia o personagem. Durante os jogos, o personagem aparecia correndo e aparecia a frase "tiren papelitos, muchachos".
    Dito e feito. Na final da Copa, quando a Argentina se tornou campeã ao vencer a Holanda, o gramado parecia ser formado por papéis, tamanho o volume arremessado ali.


    leia o artigo aqui:
    BLOG DOS QUADRINHOS - UOL Blog

    quinta-feira, maio 17, 2012

    Os obstáculos da Comissão da Verdade são como uma cortina de ferro verde-oliva


     Para autores de crimes de morte com esquartejamento, assassinatos de empalados, e por enforcamento, por excesso de pancadas e choques, por amputações, pelas torturas mais horrendas. São monstros de desumanidade. Nisso equivalentes aos que enojaram o mundo por fazerem as mesmas coisas nos campos de concentração nazistas e com prisioneiros, civis mesmo, nas zonas da guerra.

    Não há por que contar-se com repentinos acessos de coragem dos coronéis Ustras e dos policiais que com eles agiram, para regurgitarem as verdades dos seus feitos, só porque postos diante da comissão. Arquivos vão ser descobertos e estripados, é provável que outros sejam entregues, mas não será fácil obter colaborações para as respostas mais negadas até aqui.

    coluna completa : 
    Janio de Freitas - Nossa cortina de ferro

    Palavras: Dilma Rousseff



    Se existem filhos sem pais, se existem pais sem túmulos, se existem túmulos sem corpos, nunca, nunca mesmo, pode existir uma História sem voz. E quem dá voz à História são os homens e as mulheres livres que não tem medo de escrevê-la.

    - Dilma Rouseff

    quarta-feira, maio 16, 2012

    New Book Claims Zodiac Killer is Alive and Still Living in Solano County


     

    He was one of the great — if that’s the word for it — serial killers in modern American history. Over several months in 1968 and 1969, the Zodiac Killer stabbed or shot five people in the Bay Area, then taunted authorities in some two dozen cryptic messages sent to the San Francisco Chronicle and other publications until 1974. Now,  more than 40 years later, a former California Highway Patrol officer says he knows who the murderer was — and that he’s still alive.

    New Book Claims Zodiac Killer is Alive and Still Living in Solano County | NewsFeed | TIME.com

    Charge Verdadeira




    (São Paulo, SP)

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    O velho ditado – a pressa é inimiga da perfeição – foi virado do avesso. Agora nada é perfeito se não for instantâneo.

    Rosiska Darcy 

    A aceleração, que até aqui foi vivida como fator de progresso, atinge um momento em que pode se tornar fator de retrocesso. A cultura do imediato, do eterno presente, da volatilidade e da fugacidade, não favorece a compreensão de problemas que se estendem no longo prazo, a exemplo da crise ecológica, talvez o maior desafio colocado à inteligência humana. Que mentes viciadas na satisfação instantânea, no estilo zapping, serão capazes de reconhecer e equacionar um problema que se enuncia em décadas e cuja solução exige, hoje, renúncias em nome do amanhã? É mais fácil olhar para o umbigo do que para o horizonte.

    Viciado na aceleração, o psiquismo, por adaptação, se transforma e, na urgência do instantâneo, vai perdendo a capacidade de reflexão. Daí ser mal percebida a revolução cultural que está moldando as dimensões essenciais da vida como trabalho e as relações de amor e de amizade. Esses sentimentos, que amadureciam no tempo da convivência, encolheram em relações virtuais, efêmeras e indolores.

     leia artigo complexo:
    Rosiska Darcy - Blog

    Norah Jones - Miriam



    Oh Miriam, that's such a pretty name
    And I'll keep saying it until you die
    Miriam, you know you done me wrong
    I'm gonna smile when you say goodbye
    Miriam, you know you done me wrong
    I'm gonna smile when I take your life

    terça-feira, maio 15, 2012

    Cachoeira continua alagando tudo



    (Belo Horizonte, MG)
     
     
     
     
    (Rio de Janeiro, RJ)
     
     
     

    (Belo Horizonte, MG)
     
     
     
     

    (Rio de Janeiro, RJ)
     
     
     
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    Deu no New York Times: Conflitos atrasam obras de construção no Brasil




    Homens com fardas camufladas ainda patrulham o enorme canteiro de obras, refletindo um dilema para os governantes brasileiros. Num momento em que eles agem para explorar uma das últimas grandes reservas mundiais de energia hidrelétrica, a Bacia Amazônica, greves e rebeliões nos maiores projetos provocam atrasos e estouros orçamentários.



    leia a materia completa de Simon Romero: 
    Conflitos atrasam obras de construção no Brasil - New York Times

    Eike compra 50% do Rock in Rio





    (Campinas, SP)
     
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    Mundo trava guerra pelo controle da web - O Globo






    Na guerra por controlar essa massa de gente conectada e as informações que trafegam no ambiente on-line, de um lado, estão os governos e a indústria tradicional, que almejam o retorno ao status quo e desejam preservar seus direitos e a soberania das nações. Do outro lado, estão empresas de internet, parte da sociedade civil, entidades como a Electronic Frontier Foundation, e os hacktivistas, que pregam a liberdade na internet.


    materia completa aqui: 
    Mundo trava guerra pelo controle da web - O Globo

    segunda-feira, maio 14, 2012

    Pela COCHLEA: Malia - Wild Is The Wind

    Stop Worrying: There’s No Political Downside To Backing Gay Marriage | The New Republic

    Will Obama’s Wednesday embrace of same-sex marriage equality hurt him in November? The short answer is: possible, but not likely.

     So don’t believe the hype. Obama’s pronouncement is not a game-changer for his opponent and might even, at the margin, help Obama rather than hurt him. And here’s what’s most important: It was just the right thing to do and history will judge him—and his opponent—on that basis.

    read full article here
    Ruy Teixeira: Stop Worrying: There’s No Political Downside To Backing Gay Marriage | The New Republic:

    Poll: The Cost of the Gay Marriage Evolution



    And so independents, already warm to Mitt Romney, are twice as likely to reject the Obama evolution as they are likely to embrace it.

    see results:
    Poll: The Cost of the Gay Marriage Evolution

    Vi: Maelstrom (Denis Villeneuve, Canada, 2000)



    Depois dos ótimos Incendies e Polytechnique, voltamos para o primeiro filme de Villeneuve.
    Ainda bem que se aprimorou com o tempo, pois este fica abaixo.

    Tem uma história boa para contar  - uma mulher atingida por um redemoinho de emoções que vai dissolvendo sua vida - mas prefere rechea´la de desvios surreais, sem atingir em troca um clima.

    Safatle: nada nos fará perdoar aqueles que nem sequer tiveram a dignidade de pedir perdão



    Os torturadores acreditaram poder dormir em paz, sem o risco de acordar com os gritos indignados da execração pública e da vergonha. Eles criaram um "vocabulário da desmobilização", que sempre era pronunciado quando exigências de justiça voltavam a se fazer ouvir.

    "Revanchismo", "luta contra a ameaça comunista", "guerra contra terroristas" foram palavras repetidas por 30 anos na esperança de que a geração pós-ditadura matasse mais uma vez aqueles que morreram lutando contra o totalitarismo. Matasse com as mãos pesadas do esquecimento.
     
    Esses jovens que apontam o dedo para os agentes da ditadura, dizendo seus nomes nas ruas, honram o país por mostrar de onde vem a verdadeira justiça. Ela não vem de um Executivo tíbio, de um Judiciário cínico e de um Legislativo com cheiro de mercado persa. Ela vem dos que dizem que nada nos fará perdoar aqueles que nem sequer tiveram a dignidade de pedir perdão.
     
     Vladimir Safatle
     


    Mãe de político ganha os piores presentes




    (Curitiba, PR)
     
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    Mad Men não viajou em relação aos Rolling Stones


    No Mad Men dessa semana (aqui no Brasil) Don Draper vai a um camarim contratar os Rolling Stones para fazerem um anuncio de feijão enlatado.

    Li comentários dizendo ser isto um absurdo, muito fora da real, que os Stones da época não se venderiam por um comercial, etc.

    Como não? Vejam o anúncio abaixo: 
     
    Quem acabou posando com uma lata de feijão Heinz nas mãos foi Roger Daltrey, do The Who. Mas era um anti-comercial, paródia da propaganda para a capa do disco The Who Sell Out.
     

    Ruralistas querem redefinir trabalho escravo

     Menos de 24 horas após impedirem a votação em segundo turno no plenário da Câmara da proposta de emenda à Constituição que expropria terra de quem explora mão de obra escrava, os ruralistas já apresentaram, ontem, projeto que conceitua o que é trabalho escravo. Mas o texto, do deputado Moreira Mendes (PSD-RO), um dos líderes ruralistas, minimiza os abusos e reduz as situações análogas às de escravos.

    mais aqui
    Notícias > Ruralistas querem redefinir trabalho escravo

    Podes crer, amizade


    Gente, esse Cachoeira tem tantos amigos! Apenas amigos. Ele deve ser um sujeito muito legal...

    ..

    domingo, maio 13, 2012

    Charges Maternais


    ANGELI
    (São Paulo, SP)




    (Belo Horizonte, MG)





    (Rio de Janeiro, RJ)





    (Jau, SP)

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    Pela COCHLEA: John Lennon - Mother

    The King of the Wild Things Is Dead. Long Live the King. Maurice Sendak (1928-2012) | The Comics Journal



    Maurice Sendak, creator of Where the Wild Things Are, is dead at 83. He knew that would be the first line of his obituary, he told me once, in a tone that conveyed more resignation than pride. He was an artist, first: That his work spoke to children was important to him, but he disliked being limited to the realm of childhood alone. That’s why, earlier this year, he told Stephen Colbert: “I don’t write for children. … I write, and somebody says ‘That’s for children.’” Sendak’s work speaks to us all, and his work extends beyond children’s picture books. He’s designed sets for opera and dance productions, illustrated Herman Melville’s Pierre, created album covers, posters and dust jackets for adult books. His inspirations span both genres and age categories: Melville, Mozart, Winsor McCay, William Blake, Walt Disney, Maxfield Parrish, Jacob and Wilhelm Grimm, Stan Laurel and Oliver Hardy.

    The book that leads all obituary notices — Where the Wild Things Are (1963) — remains a revolutionary work. As protagonist Max moves toward and then more deeply into the land of the wild things, the pictures command more and more space. When the “wild rumpus” begins, Sendak — for the first time in children’s picture books — provides three two-page spreads without words. Max has left the world of language, and can communicate only through his wordless, wild cavorting. Beyond its formal innovations, the book is unusual in its respect for the natural ferocity of children. Max hangs his teddy bear by the neck, terrorizes the dog, and shouts at his mother. Yet, when he returns home from the land of the wild things, he faces no punishment. He finds “his supper waiting for him and it was still hot.”[i]

    BY Philip Nell

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    The King of the Wild Things Is Dead. Long Live the King. Maurice Sendak (1928-2012) | The Comics 
     Journal


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