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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, março 10, 2012

    Juizes vão lançar nova edição de dicionário


    (Rio de Janeiro, RJ)
     
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    R.I.P. Moebius, comics legend and Métal Hurlant co-founder




    by Jason Heller
    A master of graphic narrative whose influence spread far beyond the printed page, the artist Jean Giraud—better known as Moebius—died today of cancer in his native Paris. He was 73.
    Moebius is most famous for his work in Métal Hurlant, the legendary, ongoing comics anthology he co-founded in 1975. His style—a breathtaking, dreamlike hybrid of science fiction and fantasy full of intricate draftsmanship and teeming imagination—became one of Métal Hurlant’s bedrocks

    Moebius’ impact on comics is incalculable. Even a short list of artists he’s inspired would include Frank Miller (whose Ronin in particular bears many traces of Moebius’ style); Geoff Darrow (Miller’s occasional collaborator); Hayao Miyazaki (a longtime friend and reciprocal influence); P. Craig Russell; Frank Quitely; and Charles Burns (whose recent X’ed Out is a tribute to both Moebius and Tintin creator Hergé, himself a hero of Moebius). 

    full article here


    Pela COCHLEA: Dolores Duran - Canção da Volta - de Antonio Maria e Ismael Netto (1955)


    Nunca mais vou fazer
    O que o meu coração pedir
    Nunca mais vou ouvir
    O que o meu coração mandar


    Moebius: the Comics Journal interview



    "No cartoonist since Robert Crumb has had an impact greater than Jean Giraud."

     read "The Other Side of Moebius" clicking here

    Reflexões sobre genero: papo entre Laerte e Arrigo Barnabe




    Existe um estranhamento menor do que parece – “O primeiro passo é o mais difícil”. O fato é que o cartunista Laerte Coutinho saltou das páginas dos quadrinhos a partir do momento em que passou a se travestir de mulher. Trata-se de uma reflexão sobre gênero. “Comecei a me travestir porque, primeiro, eu vi que era possível. Segundo, eu vi que eu desejava muito isso”, diz o criador de Muriel. Para Laerte, o medo de se travestir é mais uma insegurança interna de quem se traveste do que um “mal estar no mundo”.

    Arrigo constata que o amigo de longa data está criando um novo tempo interior – “Travestir me parece que abriu uma outra dimensão”, concorda o cartunista. “A cultura machista – masculinista mais do que machista – diz que ser masculino e homem são a mesma coisa, deve ser a mesma coisa. [Ser homem] é uma espécie de galardão da natureza, uma espécie de prêmio. [...] Abrir mão desses atributos – da roupa, do modo de falar, do modo de agir, de todos os clichês de gênero – é uma indignidade, é uma coisa que você só faz em nome do ridículo ou coisas assim.”



    assista ao papo completo aqui 

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    Na Semana Internacional da Mulher...

     
    (Rio de Janeiro, RJ)
     

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    quarta-feira, março 07, 2012

    VI: Rango (Gore Verbinski, EUA, 2011)






    Viajando de ferias com a família, ao passarmos no deserto, o aquário na parte de tras do carro caiu janela agora e o lagarto fugiu. Embarcou então no seu próprio caminho, sua busca, que deu no vilarejo de Poeira. Lugar necessitado de um herói, mas logo nosso lagarto bobão (porém histriônico)?

    Muito legal. Além das maravilhas visuais, repleto de referencias cinematográficas, de Chinatown a High Noon.

    The Simpson´s Game of Thrones

    Pela COCHLEA: Barb Jungr - The River (Bruce Springsteen)



    I got a job working construction for the Johnstown Company
    But lately there ain't been much work on account of the economy
    Now all them things that seemed so important
    Well mister they vanished right into the air
    Now I just act like I don't remember
    Mary acts like she don't care
    But I remember us riding in my brother's car
    Her body tan and wet down at the reservoir
    At night on them banks I'd lie awake
    And pull her close just to feel each breath she'd take
    Now those memories come back to haunt me
    They haunt me like a curse
    Is a dream a lie if it don't come true
    Or is it something worse,
    That sends me down to the river
    Though I know the river is dry
     
     

    MMA = Mulheres Muito Atacadas


     
    (Rio de Janeiro, RJ)
     

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    Alemanha pressiona Grécia a abrir mão da sua democracia

    Quando o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, propôs que a Grécia adiasse suas eleições como condição para receber nova ajuda, chegamos ao ponto em que o sucesso não é mais compatível com a democracia.

    Uma coisa é os credores interferirem no gerenciamento de políticas de um país beneficiário. Outra é dizer a ele para suspender eleições. Na própria Alemanha, isso seria inconstitucional.


    leia mais aqui


     

    Jon Stewart (Daily Show) mediates between Israel, Iran & USA warmongering

    Alguém me explica?


    Sou meio burrinho e não entendo algumas coisas.

    Ontem publiquei um video de uma cantora obscura chamada Judee Sill. (Na verdade a publicação é apenas um link ao Youtube embutido.) São imagens dela cantando The Kiss num programa da BBC em 1973. Judee morreu em 1979. Não casou, não teve filhos, e quando morreu seu único parente próximo era a mãe, que se casou de novo e é falecida. Os direitos de suas canções estão com o conglomerado Warner/EMI/Universal.

    Suponhamos que por esta linkagem o ECAD queira me cobrar os R$ 353 mensais que decidiu cobrar agora do blog Caligraffiti. O que acontece com esse dinheiro?

    Há alguém do ECAD que ficaria contabilizando meu blog todo mes, para saber, por exemplo, que no último mes apareceram lá 10 vídeos, ou seja, a música de Judee Sill tem direito a uma porcentagem sobre R$ 35 reais? 
    Dá para acreditar que uma porcentagem sobre esta porcentagem acabaria por fim nas mãos de algum herdeiro distante de Judee Sill?

    Ou mesmo dos herdeiros de Rowan Ayers, produtor do programa? Ou da BBC?
    Ou seria repassado para a Warner/EMI/Universal?

    Ou ficaria na conta do ECAD, a fim de cobrir os custos administrativos do próprio sistema de cobranças e auferimentos?

    ...

    Ecad cobra taxa mensal de blogs que utilizam vídeos do YouTube




    RIO - A saga de cobranças inusitadas do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) ganhou mais um capítulo na semana passada. Os rapazes do blog Caligraffiti receberam na última terça-feira um email da entidade arrecadadora avisando que teriam de pagar direitos autorais pelos vídeos do YouTube e do Vimeo que apareciam no site.

    Para um blog sem fins lucrativos, o valor cobrado pelo Ecad não é nada leve: R$ 352,59 mensais.

    Essas informações foram enviadas pelo próprio Ecad por e-mail a Uno, que pediu explicações sobre o motivo da cobrança. Ele critica o fato de a entidade cobrar por pacote, e não por vídeo exibido, como “uma espécie de legalização para publicar os vídeos”, independente da quantidade de músicas utilizadas em cada mês.
    "Essa cobrança vai contra um princípio básico da internet, que é compartilhar e divulgar as coisas", argumenta Uno.

    leia mais aqui 


    terça-feira, março 06, 2012

    VI: Il Gattopardo (Luchino Visconti, Italia, 1963)



    Nos salões suntuosos daquele baile luxuoso, reparei naquele homem, o Principe de Salinas, vagando em meio aos bailantes, rodopiantes, como se não estivesse mais ali, como se seu tempo se fora, como se tudo tivesse mudado para continuar no mesmo lugar.

    Um dos maiores filmes de todos os tempos, baseado no clássico de Lampedusa, com as transformações na Itália de 1860. E uma das produções mais belas do cinema: a cena do baile é antológica. Roteiro da grande Suso Cecchi D ´Amico. Com Burt Lancaster (excelente). Alain Delon e os olhares de Claudia Cardinale.

    Pela COCHLEA: Judee Sill - The Kiss(1973)



    Love rising from the mists,
    Promise me this and only this,
    Holy breath touching me, like a wind song
    Sweet communion of a kiss

    Quer conhecer o Irã por dentro?


    Diretamente na visão de um brasileiro?

    Acompanhe o blog de Samy Adghirni, correspondente da Folha.

    Malandragens à parte, é preciso tempo e paciência para decifrar os códigos sociais no Irã. Todas as condutas interpessoais, na rua, entre amigos ou no escritório, são norteadas pelo taaruf, a etiqueta da hospitalidade e amabilidade. Às vezes, é só conversinha. Noutras, generosidade sincera. O difícil é identificar cada caso. O taaruf determina que um comerciante recusará várias vezes o pagamento da mercadoria antes de aceitá-lo. É um acordo implícito entendido por todos: “eu digo que não precisa pagar até você me forçar a aceitar o dinheiro”. No restaurante japonês mais badalado de Teerã, o garçom também disse que o jantar era por conta da casa.

    O taaruf geralmente vem com uma carga de poesia que soa estranho para qualquer ouvido ocidental. Ao recusar o dinheiro, o dono da loja dirá coisas como “sou pequeno diante de sua presença” ou “você está me honrando”. Mas vai ter que pagar. No trabalho é comum um funcionário novato trabalhar sem receber por semanas antes de tratar de salário com o patrão. E se eu elogio o novo relógio de um amigo iraniano, ele provavelmente o tirará do pulso para oferecê-lo. É evidente que não posso aceitar.

    Já começou a Copa do Mundo!

    (Campinas, SP)




    (Curitiba, PR)
     
     
     
     

    (São Paulo, SP)

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    Vagabundos & chutes na bunda


     Renato Maurício Prado -

    Um diz que o outro precisa levar chute na
    bunda; o outro diz que não fala mais com o
    um que, de quebra, é chamado de
    vagabundo pelo terceiro. É neste clima
    "cordial, educado e de fina sintonia" que o
    Brasil e a Fifa vem tratando da Copa do
    Mundo de 2014. Barraco internacional
    vergonhoso que nos leva a refletir sobre as
    reais vantagens de sediar tal competição.
    Não bastasse a colossal derrama de dinheiro
    público num Mundial anunciado a princípio como
    "da iniciativa privada" (lembra?), ainda se é
    obrigado a acompanhar tais baixarias, sabendo, de
    antemão (por tudo que vem acontecendo e tem
    sido fartamente noticiado), que o legado que de
    fato interessa (ou seja, melhorias efetivas nas
    cidades, nos seus aeroportos, ruas, estradas e
    redes hoteleiras) será pífio — na base dos
    "puxadinhos" e dos esquemas especiais de trânsito,
    de férias no calendário escolar etc, para tornar
    viável o que seria impossível com a estrutura atual.
    Um descalabro que, a cada dia que passa fica
    mais evidente, se limitará a plantar estádios de
    futebol até onde, eles não são necessários. E tome
    de elefante branco a preços estratosféricos.

    coluna completa aqui

    segunda-feira, março 05, 2012

    VI: Drive (dir Nicolas Winding Refn, EUA, 2011)



    Conheci esse sujeito que era motorista. Não um motorista qualquer mas um ás do volante. Capaz de dirigir bem em qualquer situação. Como, por exemplo, em pistas de corrida, capotando como dublê, ou em fugas de assaltos.

    Genial. Filme de ação americano dirigido como cinema asiático.
    Premio Melhor Direção em Cannes 2011.
    A cena do elevador, a ação narrada pelas sombras, os cinco minutos iniciais em tempo real.. boa atuação ultracontida de Ryan Gosling (comparem com seu papel no também recente Idos de Março). E quem aparece também é a secretária de Mad Men.

    Puniçao mais severa para corrupção?



    (Rio de Janeiro, RJ)
     
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    Not only the Artist: 10 Great Silent Sequences in Sound Movies



    The Artist is not the first sound-era film to ape the silent style; aside from Chaplin’s final silent pictures, done well after sound had taken over, there’s Mel Brooks’ 1976 slapstick tribute Silent Movie, and Charles Lane’s 1989 indie Sidewalk Stories. What’s more, countless sound directors have used silent storytelling techniques to great effect, eschewing dialogue (and sometimes even sound effects) to work through their narrative beats via purely visual means. After the jump, we’ve assembled ten great “silent” scenes from the sound era; add your own in the comments.


    Pela COCHLEA: Anelis Assumpção. Mulher segundo meu pai + Cabeça cheia



    Meu pai me falou que mulher tem parte com o mar

    Why the Oscars end up being the Oscars




    A Los Angeles Times study found that academy voters are markedly less diverse than the moviegoing public, and even more monolithic than many in the film industry may suspect. Oscar voters are nearly 94% Caucasian and 77% male, The Times found. Blacks are about 2% of the academy, and Latinos are less than 2%.
    Oscar voters have a median age of 62, the study showed. People younger than 50 constitute just 14% of the membership.

    The academy is primarily a group of working professionals, and nearly 50% of the academy's actors have appeared on screen in the last two years. But membership is generally for life, and hundreds of academy voters haven't worked on a movie in decades.
    Some are people who have left the movie business entirely but continue to vote on the Oscars — including a nun, a bookstore owner and a retired Peace Corps recruiter. Under academy rules, their votes count the same as ballots cast by the likes of Julia Roberts, George Clooney and Leonardo DiCaprio.

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    domingo, março 04, 2012

    Acabou a fase de testes na Seleção



    (Rio de Janeiro, RJ)
     
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    VI; El Niño Pez (dir Lucia Puenzo, Arg, 2009)



    Com o pai debruçado morto sobre a escrivaninha, a filha foge para se encontrar no Paraguai com a empregada por quem está apaixonada, a empregada bulinada pelo seu pai, abusada pelo pai dela, e agora presa, enquanto, no fundo do lago, o menino peixe vira lenda e recebe oferendas.

    Do estranho do filme vem sua força, o segundo filme da Puenzo, a diretora de XXY (e com a mesma atriz) que vimos anteriormente.

    The Oscars: One Long Orgy of Praise, Praise, Praise


     

    The 84th Academy Awards broadcast was driven by the non-Catholic version of extreme unction—an enormous surge of flattery, gush, and testimonial.

     Now, as the Times recently reported, studio executives don’t seem unduly worried; they will exploit online and video-on-demand distribution and make up revenue that way. The movies are not going out of business (though some of the theatre chains might). But there was still, collectively, in all that talk about theatrical movie-going, a fear that a great communal and solitary experience was in danger of being lost. Industry reporters have all noticed that, except for “The Help,” none of the nine nominees for Best Picture did very well in theatres. “Hugo,” whose budget has been reported at a hundred and fifty million dollars and more, is way, way in the red, and will likely never come out of it. It won five Oscars for craft contributions, but audiences have been resisting Scorsese’s movie from the beginning. “The Artist,” at least so far, has been no great popular hit either. As always, the disjunction, for the Academy members, between what most of them work on all year and what they admire at Oscar time was extreme and perhaps accounts for the queasiness of these evenings. I don’t mean that the Academy is composed of hypocrites, or that their admiration for “The Artist” isn’t sincere. But they can’t keep their houses by making movies like “A Tree of Life” or even “The Descendants,” and they know it. The movie business as it functions all year long and the idealistic tone of Oscar night are only barely conjoined. One is life; the other is guilty aspiration.


    e o blog0news continua…
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