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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, fevereiro 18, 2012

    Pela Cochlea; Leonard Cohen - Amen



    Tell me again when the day has been ransomed
    And the night has no right to begin
    Try me again when the angels are panting
    And scratching at the door to come in.
    Tell me again when I'm clean and I'm sober
    Tell me again when I've seen through the horror
    Tell me again, tell me over and over
    Tell me again that you need me then
    Amen, Amen, Amen, Amen Amen

    sexta-feira, fevereiro 17, 2012

    PSDB foi superado



    CLAUDIO
    (São Paulo, SP)

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    Aragão: Um Laerte no banheiro incomoda muita gente





    Estamos entrando no âmbito do filósofo Eric Hobsbawn, das definições de “costumes” e “tradições inventadas”. Não creio que o argumento da “conversa no banheiro” possa ser determinante para se proibir o acesso de alguém. Temos de criar novos costumes, não apenas repudiar o que nos parece errado por colocar em xeque antigas tradições. Os costumes, graças ao Grande Designer do Universo, mudam o tempo todo.
    As mulheres têm direito à privacidade, mas precisamos encarar os pontos fora da curva e procurar soluções para eles, embasadas democraticamente. Quanto aos tarados, não me parece que tenham o hábito salutar de obedecer as regras sociais. Se cismarem de entrar num banheiro feminino não serão impedidos por costumes e tradições. Acharão uma maneira, como sempre fizeram, sem precisar de um precedente. O que não dá é tentarmos parar as transformações do mundo sem uma análise mais profunda do problema.
    Não me parece que o caso de Laerte seja o de um indivíduo surtado, mas sim um sinal de que as coisas estão mudando. Por isso, sugiro que mudemos o ângulo de nosso enfoque sobre esse dilema.

    leia o post completo aqui

    Peruano põe goleada argentina em 1978 sob nova suspeita




    Genaro Ledesma Izquieta disse que a partida de futebol estava ligada a um acordo político costurado pelas ditaduras de Argentina e Peru e fez parte da Operação Condor, plano de cooperação entre regimes militares sul-americanos para eliminar opositores. 

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    quinta-feira, fevereiro 16, 2012

    Como poderia estar sendo o carnaval da Bahia



    CHICO CARUSO
    (Rio de Janeiro, RJ)



    THOMATE
    Rio Preto, SP




    (Campinas, SP)



    PELICANO
    Sao Paulo, SP 



    (Belo Horizonte, MG)


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    terça-feira, fevereiro 14, 2012

    Pela COCHLEA: Tom Waits - Blue Valentines



    She sends me blue valentines
    Though I try to remain at large
    They're insisting that our love
    Must have a eulogy
    Why do I save all of this madness
    In the nightstand drawer
    There to haunt upon my shoulders

    She sends me my blue valentines
    To remind me of my carnal sin
    I can never wash the guilt
    Or get these bloodstains off my handa
    And it takes a lot of whiskey
    To take this nightmares go away
    And I cut my bleedin heart out every nite
    And I die a little more on each st valentines day

    VI: The Girl with the Dragon Tatto (dir David Fincher bas Stieg Larsson, EUA, 2011)



    Num ótimo thriller, David Fincher aprimorou o filme sueco anterior, e melhorou bastante o livro original da série Millenium.

    Se eu já gostava de Lisbeth Salander, agora, então, depois da última cena nesta versão...

    Na madrugada de 22 de janeiro, um domingo, ou seja, há menos de um mês, a Polícia Militar irrompeu no terreno ocupado irregularmente e retirou os moradores de suas casas, tangendo-os para fora do perímetro da propriedade. Em seguida, máquinas contratadas pelos administradores da massa falida da indústria de café Selecta, suposta proprietária, arrasaram as casas, destruindo móveis, utensílios domésticos, documentos e recordações daquela gente.


    Pois bem: CartaCapital acaba de demonstrar que a pressa da Justiça em mandar devolver o terreno à massa falida da Selecta tem muitos aspectos suspeitos. Os repórteres da revista realizaram o trabalho que o resto da imprensa brasileira não soube ou não quis fazer: foram examinar a história do terreno que é reclamado por Nahas e descobriram fortes indícios de que a Justiça foi vítima ou cúmplice de um típico “cambalacho”.
    Além das velhas suspeitas de grilagem, diz o texto, sobram provas de que o especulador tentou de muitas formas burlar o pagamento de impostos e nunca usou o terreno para outra coisa além de apresentá-lo como garantia para a obtenção de empréstimos bancários.


    A retirada dos moradores pobres deve valorizar ainda mais o imóvel, que, segundo demonstra a reportagem, não precisava entrar na conta dos débitos da Selecta para que fossem pagos os direitos trabalhistas apontados como justificativa para a reintegração de posse. De mesma forma, não havia outro motivo para tanta pressa na desocupação do imóvel – a não ser como forma de atender ao desejo de lucro do especulador.



    Portugal cria versão de protesto do hit "Ai se eu te pego"


    Manifestantes portugueses criaram uma versão da música do cantor sertanejo Michel Teló para ser cantada durante protestos contra as medidas de austeridade, em meio à crise econômica na Europa. A música tem o refrão "Ai, não, não nos calam".

    Kodak, Yahoo, direitos autorais e a inevitabilidade do digital

    Por Alexandre Matias

    Um deles é a concordata da Kodak e o outro, a demissão de Jerry Yang, um dos criadores do Yahoo, do cargo de “cofundador e líder” do site (sim, esse era seu cargo). Ambas notícias podem ser comparadas à clássica anedota sobre a inevitabilidade do digital – quando as grandes gravadoras do mundo resolveram processar seus próprios consumidores (que, graças ao Napster, descobriram que era possível baixar música de graça e à vontade) e deram início ao fim de seu próprio monopólio, o da música gravada e lançada em mídias físicas.

    A Kodak, uma empresa centenária, inventou a câmera fotográfica portátil que a tornou sinônimo do aparelho que popularizou. Mas também inventou a primeira câmera digital – na pré-história do mundo digital, nos anos 70. Mas como também vivia de vender filmes, preferiu não investir neste setor, com medo de perder o mercado analógico. Mas, ao manter-se irredutível nesta posição, viu ao mesmo tempo o mercado que queria proteger sumir e outras empresas assumirem as rédeas da fotografia digital. 

    Mas o que estamos assistindo em 2012 é ao aumento da truculência e da força política de uma indústria que, como a Kodak e o Yahoo, preferem não abraçar o digital inevitável e agarrar-se a uma legislação que não faz sentido em tempos digitais.

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    Quem deve usar o banheiro feminino? Laerte responde




    Por Marina Caruso

    Será que o de fato de um homem se vestir de mulher o outorga o direito de usar o toalete feminino? E eu? Se me vestir de homem posso frequentar o banheiro masculino? Fiquei com isso na cabeça o fim de semana todo. Discuti com o lado mais moralista (e com o mais libertário também) da minha família e não cheguei a nenhuma conclusão. Então, resolvi ligar para o Laerte e fazer a pergunta para ele. A resposta foi:

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    O bloco da PM baiana



    (Recife-PE)
     
     
     
     
    (Rio de Janeiro, RJ)
     
     
     
      (Campinas, SP)
     
     
     
     
    CHICO CARUSO
    (Rio de Janeiro, RJ)
     
     
     
     
      (Piracicaba. SP)
     
     
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    segunda-feira, fevereiro 13, 2012

    Benjamim Moser: Why I love Brazil




    Everywhere I went, I found everything I expected to find. There was no lack of golden beaches, colonial charm, scary rain forests, soccer players, tropical rhythms and chatty hookers. I drank cachaça-based cocktails; I got a tan. 

    All of those things I more or less expected. I didn't expect to find a gigantic factory in Recife that its owner, the sculptor Francisco Brennand, had spent half a century transforming into a total work of art full of abstract ceramic genitalia. I didn't expect anything like "The Passion According to G.H.," a novel written by a part-time Rio beauty columnist named Clarice Lispector, about a well-to-do lady who, at the height of a mystic crisis, eats a roach.

     That was how it went all over the country. Every time I thought I had seen something, another door would open and make me realize everything I had missed.

    It's not that the country doesn't still have its problems. It's because if Brazil, with all its enormous challenges, can come this far this fast, there's hope for the rest of us too. 

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    domingo, fevereiro 12, 2012

    Pela COCHLEA: Thomas Dybdahl - Something Real




    Oh...I need dirt and twigs that break beneath my feet

    Francisco Bosco: O Itaú e o Alalaô

    Embora eu seja, obviamente, a favor das bicicletas compartilhadas disponibilizadas pela prefeitura do Rio, considero um abuso o fato de elas serem inteiramente laranjas, com logos enormes do Itaú na frente e nas laterais. Então um serviço público, que de resto é pago, obriga os usuários a se fantasiarem de garotos-propaganda de um banco?

    A política do choque de ordem é em boa parte o avatar mais recente dessa postura colonizada. Talvez nunca tal política tenha sido mais inadequada, pois se trata de desprezar a singularidade brasileira justamente no momento em que o mundo inteiro parece tê-la descoberto (sem falar que ela reproduz, na sua suposta ordem, práticas arraigadas da desordem brasileira). É verdade que a proposta de um choque de ordem visa também a combater o grande problema da formação brasileira, que é o problema da legalidade, da falta da lei, da lei que não pega, da lei que só é lei para alguns. Mas é preciso sensibilidade antropológica para saber diferenciar entre a necessidade, justa, de acabar com os estacionamentos em fila dupla e a imposição, absurda, de uma única cor para os guarda-sóis da praia.

    leia a coluna completa de FRANCISCO BOSCO clicando aqui



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