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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    domingo, janeiro 15, 2012

    Hermano Vianna: Talvez ninguém mais consiga ter carreira longa e estável fazendo/tocando música"

    O que considero mais interessante na história de “Ai se eu te pego” não é seu atual sucesso mundial, mas sim o processo de sua composição e divulgação, antes de chegar aos ouvidos de Michel Teló.
    Essa é a característica mais evidente da nossa atual cena musical popular brasileira. Todos os sucessos
    são rapidamente rearranjados para todos os ritmos. A maior parte dos grupos atua como bandas de bailes: não se prende a um repertório próprio e toca todos os hits do momento. Tudo é funcional.
    Se os novatos lançassem qualquer canção com cheiro de hit, as bandas mais populares logo produziriam suas regravações, fazendo sucesso em seu lugar.
    Outra noção que parecia sólida, mas está cada vez mais velozmente se desmanchando no ar, é a de composição. Todo mundo se lembra ainda de “Minha mulher não deixa não”, o hit do verão passado? A origem do refrão parece ter sido uma música infantil lançada décadas atrás por uma gravadora pernambucana. E isso virou problema menor diante da avalanche de vídeos publicados na internet, com gente fazendo suas versões (claro que não autorizadas) do sucesso, um respondendo ao outro de forma não centralizada, numa conversa que não tem fim. Volto a dizer: era assim no “folclore”. Um grupo “pegava”
    a invenção do outro em regime de transformação contínua, sem dono. Tudo caía na brincadeira. E os participantes eram chamados de brincantes, e não de autores. Importava o processo, o remix eterno, não o produto acabado, de um só dono. Como era gostoso o domínio público. Era? É, será: o domínio público é nosso destino e inapelável futura cibercondição.
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