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  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.

    sábado, setembro 03, 2011

    Desgovernados !!!

    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Listening to Frank Jorge e sua Obsessão pelos Anos 60

    "Why I felt I had to turn my back on WikiLeaks"

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    Former staffer tells how dismay mounted during his three months with the whistleblowing group
    James Ball
    I couldn't support its internal culture, its lack of accountability, willingness to lie publicly, and crucially its failure to condemn Shamir. I supported the organisation's principles, but not its methods.
    Supporters were asked to "apply psychological pressure" to encourage me to sign, evidencing a growing cultlike ethos at the centre of the group.
    These cables contain details of activists, opposition politicians, bloggers in autocratic regimes and their real identities, victims of crime and political coercion, and others driven by conscience to speak to the US government. They should never have had to fear being exposed by a self-proclaimed human rights organisation.

    sexta-feira, setembro 02, 2011

    Via IRIS: Kuki Ningyo (Boneca Inflável, dir Koreeda, Japão 2009)

    Conheci um sujeito no Japão que transava com uma boneca inflável.

    Um dia ela virou gente e..

    Pinocchio com a Real Girl do Lars,

    a fábula caberia bem num segmento de um filme coletivo como aquele Tokyo,

    mas nesse formato de 2h+ passa como um pastel de vento

    ou... uma boneca inflável desinflando...

    Why does wife Anne Sinclair put up with DSK? How French women think.

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    Too Proud to Be Jealous

    Dominique Strauss-Kahn (right) and his wife, Anne Sinclair (left) leave court on June 6, 2011.

    You can’t begin to understand Anne Sinclair unless you understand that France is a highly sexualized society, where even rejection has its own rules and rituals. Young women know how to play the game of what is called “seduction”; journalists sleep with important men because it’s fun, they say, and keeps the sources happy. “I’d have done him,” more than one woman says—“what a lark.” Girls know how to deflect an advance with a joke or a metaphorical slap. The “droit de cuissage," or right to deflower any maiden, was a prerogative of men in power, and still is. The tumbling of servants has its own term: “les amours ancillaires.” The events in Room 2806 provoked the same hilarity as the plays of Feydeau, in which the master does the maid between doorways while the mistress awaits in one room and the wife in another.

    In a less sophisticated setting, only the man has fun: secretaries service the boss in factories and gas stations to keep their jobs. What is delightful Feydeau to those with the references is grim reality without the comforts of culture.

    This is the war between the Marquis de Sade and Simone de Beauvoir. Denis Olivennes, the head of Paris Match, Le Journal du Dimanche, and Europe1 radio, concludes: “In France, everything ends up as a concept.”

    Pela COCHLEA

    Neil Young & Pearl Jam - Throw your hatred down

    Meanwhile in the underworld
    The weaknesses are seen
    By peasants and presidents
    Who plan the counter-scheme
    Children in the schoolyard
    Finish choosing teams
    Divided by their dreams
    While a TV screams

    Throw your weapons down


    London Rioters Vs. Stock Market Traders: Who's More Destructive?

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    when markets began viewing that debt as iffy at best, they started lavishly dumping it as part of the process that sent borrowing costs for Greece, Italy, and other targeted countries rising. And, of course, those rising borrowing costs created by market scorn has made it more expensive for indebted countries to pay off creditors and avoid default--an outcome that becomes increasingly likely thanks to the action by the markets  betting billions on that exact situation coming to pass. Think of it as a “their pain, our gain” arrangement, not entirely unlike the de facto mindset of the hooded lads in Clapham sporting new trainers and iPads these days.

    Nação horRORIZada !!

    (Vitoria, ES)
    (Rio de Janeiro, RJ)
    (Salvador, BA)
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    Freixo no Bonde: "Não é falta de investimento, é falta de vergonha na cara"

    "Foi o mesmo secretário de transportes que acabou com as barcas de madrugada alegando que não dava lucro pra empresa. Como se fosse papel do secretário estar preocupado com o lucro de empresas e não com os usuários do transporte público."

    "Lamentou o acidente que, segundo ele, representa uma tragédia para o turismo da cidade. Ora, fica calado que é melhor! Morre gente, morre criança, ele tá preocupado é com o turismo da cidade. Só pensa em dinheiro! É por isso que ele tá nessa pasta,"

    "Agora ele vem a público dizer que a culpa é do motorneiro, que faleceu nesse acidente. O secretário tem que lavar a boca com água sanitaria antes de falar nesse senhor, que morreu tentando salvar a vidas das pessoas. Ele tava trabalhando, coisa que o secretário não sabe o que é fazer. "

    quinta-feira, setembro 01, 2011

    8 Formerly Popular Sites That Are Dead or Dying

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    Dead Web Sites

    Sunny days sometimes turn dark and dismal. A shirt that looked good on the rack at Target now sits in the bargain bin at Staples. And, that new car with the Hemi engine and the third-row back-seat? It now drives like a crusty tank.

    The same is true of web sites. What seemed so fresh when you first registered now seems like a ghost town. What happened? According to Gartner analyst Michael Gartenberg, site visitors routinely check the door to see if anyone else is leaving for better services. Like lemmings, they can pull up stakes and leave in a heartbeat. (Facebook, are you listening?) All you can hear are the crickets.


    In memoriam Jerry Lieber: The Coasters with 3 Cool Cats (video muito legal)

    No fundo tudo é saque!

    Ainda os distúrbios ingleses: Tutty Vasques mandou bem!

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    No fundo, no fundo tudo é saque! De um lado, grandes investidores dos quatro cantos do planeta correm em pânico com seus bilhões de um lado para o outro sobre os escombros das bolsas de valores. De outro, os sem-nada do Reino Unido se aproveitam da vitrine quebrada por pedra endereçada à polícia pra ver se ganham alguma coisa nessa bagunça danada que virou a humanidade. Em Wall Street ou em Tottenham, o clima de salve-se quem puder é o mesmo!

    Os dois extremos da pirâmide da pindaíba social experimentam sensações muito parecidas de medo, insegurança, desespero, histeria, risco, selvageria, angústia e palhaçada. Outra coisa em comum nos incêndios da periferia de Londres e nos colapsos do mercado financeiro: ninguém sabe explicar direito como tudo começou ou onde isso vai parar.

    Mas param por aí as coincidências entre o caos dos ricos e a zorra dos pobres. A polícia não bate na turma que saqueia bolsas de valores. São, evidentemente fins do mundo distintos, como tantos outros que o ser humano – ô, raça! – superou.


    Um bonde chamado desprezo

    (Rio de Janeiro, RJ)
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    Acordei com a barca apitando seguidamente, um lamento lancinante. Levantei e realmente: o mundo estava coberto por manta branca, cortina diáfana e muda, filtro dissolvendo as formas e abrandando os sons.

    Cheguei no mar e não havia mar.
    No lugar das vagas o vago.
    Puxei o ar e ele veio devagar
    difuso. Confuso, fui indo.
    Fluindo, a neblina como correnteza.

    A barca invisível gritava para ver se a terra, firme, lhe abraçava, lhe abarcava o rumo. Mas o solo amolecia e flutuava, pairando, parado, chão & céu um só. 
    As nuvens roçavam seus pés nos meus pés.
     Pensei: "Que belo dia para um piquenique". 



    O inverno da primavera: Pragas do Egito na travessia à democracia

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    Renata Malkes

    Ainsatisfação com a morosidade e com a falta de transparência do governo interino do Egito catalisou novos protestos contra o regime militar, levando de volta milhares de manifestantes à já lendária Praça Tahrir
    — A população não revolucionária, que não vem mais aos protestos, está cansada de não ver soluções realistas. Nós, na praça, estamos tentando fazer ouvir a voz da sociedade civil. O maior problema do Egito é a relação entre o cidadão e o Estado, inexistente ou corrupta em todos os níveis —
    Como haverá renovação quando um novo partido precisa de cinco mil membros de todas as províncias? E do pagamento de altas taxas? Ninguém vai conseguir a tempo das eleições.

    quarta-feira, agosto 31, 2011

    Lembra dos mineiros soterrados no Chile? Um ano depois...

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    Um ano depois, mineiros chilenos que passaram 69 dias soterrados sofrem com desemprego e problemas de saúde

    Cristina Tardáguila

    RIO - José Ojeda, autor da famosa mensagem "Estamos bien en el refugio los 33", toma remédio seis vezes por dia por indicação psiquiátrica. Jimmy Sánchez não suporta ficar no escuro. Dos 33 mineiros, que em 5 de agosto do ano passado foram soterrados por um deslizamento de terra, permanecendo 69 dias a 700 metros de profundidade numa mina no Chile, 15 estão desempregados e com problemas financeiros, e sete sob licença médica. Um ano depois, poucas cerimônias marcam o aniversário do episódio, enquanto os mineiros ainda aguardam serem indenizados.


    Palavras: Hisham Matar

    Um dos objetivos das ditaduras é criar uma narrativa que defina o significado de existir no presente e de como será o futuro; na verdade tenta inclusive reescrever a história. Os ditadores estão envolvidos no mesmo que os romancistas: a narrativa.

    A diferença é que os romancistas se interessam por narrativas que espelhem a vida, narrativas que expressem empatias conflitantes, que expressem as contradições do que significa ser humano, que expressem emoções, psicologia.

    Os ditadores, por outro lado, escrevem romances ruins que são intolerantes quanto a mudanças, que são simplórios. E fazem isto penetrando nos aspectos mais privados de nossas vidas, tentando afetar mesmo como as pessoas amam umas às outras, como as pessoas lêem, pensam sobre o futuro, sobre a educação de seus filhos. 

    - Hisham Matar, 2011. 


    Trabalho escravo? Não e´só na Zara.

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    SÃO PAULO. A Superintendência Regional do Trabalho de São Paulo já multou pelo menos cinco grandes empresas por envolvimento com trabalho análogo ao de escravo. Marisa, Pernambucanas, Zara, Collings e FG Confecções foram autuadas em mais de R$4,5 milhões. Renato Bignami, assessor da Secretaria de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho, disse que mais de 200 autos de infração foram aplicados desde que o programa de fiscalização foi iniciado, no segundo semestre de 2009. Segundo ele, outras 20 grifes de roupas estão sendo investigadas:


    In Memoriam Jerry Lieber... Aretha Franklin sings Spanish Harlem

    domingo, agosto 28, 2011

    EUA liberam verba para reconstrução da Líbia

    São Paulo, SP

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    Ben Wilson: um artista que pinta em chicletes

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    Seus trabalhos são o que os outros cospem
    Wilson, 47, um dos mais conhecidos artistas ao ar livre do Reino Unido, mergulhou, nos últimos seis anos, em uma paixão peculiar e muito pessoal: pinta pequenos quadros sobre chicletes pisados que encontra nas calçadas de Londres. Por mais estranho que possa parecer, o resultado é bonito: manchas de cor aparentemente aleatórias em meio ao cinza que, a um exame mais atento, vêm a ser pinturas em miniatura de quase qualquer coisa: animais, paisagens, retratos e, muitas vezes, mensagens estilizadas de lamento, agradecimento, comemoração e amor. Seus quadros tornaram-se uma crônica do bairro.
    Wilson disse que não se importa que suas pinturas sejam lavadas, destruídas para repavimentação ou arruinadas pela sujeira urbana. "Tudo é transitório", ele disse. "O que importa de verdade é o processo criativo."

    e o blog0news continua…
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    Mas uso mesmo é o