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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, julho 30, 2011

    Technology has made classic movie plots impossible

    Amplify’d from www.guardian.co.uk
    Trip Advisor: Bates Motel
    Hollywood's classic murders, stalkings and deceptions would never have been possible had today's technology been around.

    To illustrate this point, in the following paragraphs we will examine instances where mobile phones and Twitter and Facebook and Google and LinkedIn and Droids and iPads and the internet in general would have altered, and in many cases destroyed, the plots of classic motion pictures down through the ages, often making it impossible to film them in the first place.

    Joe Queenan
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    SONHOS


    Descobri que os corpos não estavam enterrados em algum lugar, mas escondidos sob o mar, naquela praia, a das falésias.

    O código tinha a ver com a formação de ondas peculiar àquele trecho do litoral.

    ..

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    sexta-feira, julho 29, 2011

    Amy Winehouse: caretice destruitiva

    Por Heitor Pitombo 
    Dizer que Amy está em pé de igualdade com cantoras

    seminais da soul music e do jazz, como Aretha

    Franklin, Nina Simone, Etta James e Dinah Washington,

    é um baita exagero. Ela, no máximo, reciclou o estilo,

    que andava em baixa. A vivência com as drogas influenciou

    as letras de suas canções, mas não abriu portas

    para novos caminhos musicais. Artistas como Amy

    vivem em tempos nos quais as drogas, efetivamente,

    encaretaram a música.
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    Listening to Calexico - Smash

    Is there anyway i can fix it

    Take out my tools maybe smash with it

    Let me destroy the parts that annoy

    Swallow the words i'm saving

    Fumble the chords i'm playing

    Better just break it apart

    Then where should they go


    Elementar, meu caro Murdoch

     
    (Campinas, SP) 
     
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    Agatha Christie era surfista!

    Amplify’d from www.guardian.co.uk

    Hercule Poirot creator and her first husband Archie may have been among the first Britons to learn how to surf standing up

    Agatha Christie

    Hercule Poirot never risked his little grey cells – nor his impeccably waxed moustache – by attempting to hang ten. Nor did Jane Marple ever strap a board to the roof of a Kombi and thunder out of St Mary Mead in search of the perfect tube.

    Their enigmatic creator, though, was something of a pioneering and diehard wave-rider. At a time when many of her contemporaries were chugging cocktails in Blighty, Agatha Christie was paddling out from beaches in Cape Town and Honolulu to earn her surfing stripes.

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    Amy Winehouse: the final interview

    Amplify’d from www.telegraph.co.uk


    In March this year, I did what turned out to be the last interview with Amy
    Winehouse. We didn’t talk about drugs, or rehab, or her unhappy love life,
    or cancelled tours and interrupted recording sessions. It wasn’t about her
    well-publicised troubles at all. It was about music, about jazz and singing,
    the things that really motivated her, the things that made her great.


    I was privileged to watch her record a duet with legendary crooner Tony
    Bennett in Abbey Road studios. It was a magical experience, watching these
    two great talents sing together, voices wrapping around each other, rising
    and falling, scatting and blending in jazzy cadences, as they worked up a
    version of the classic ’Body And Soul’, each take getting better than the
    last.
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    quarta-feira, julho 27, 2011

    Guazzelli: A hora e a vez do quadrinho brasileiro

    Uma transformação digna de roteiro fantástico vem acontecendo no panorama da cultura brasileira: até há pouco tempo marginalizadas, as HQs made in Brasil conquistaram um novo espaço na última década: a biblioteca escolar. Mas para que se tenha uma real dimensão dessa conquista seria importante percorrer um pouco da trajetória dos quadrinhos no mundo e no Brasil ao longo do seu primeiro século de existência.

    Permanece uma ideia de que as histórias em quadrinhos reproduzem todo o estereótipo da indústria cultural, constituindo mero artigo de entretenimento concebido em laboratórios de vendas de grandes companhias. Independentemente de qualquer mérito apresentado pelas críticas aos produtos de uma indústria cultural, o que preocupa é o desconhecimento das mais variadas expressões que a arte dos quadrinhos já conquistou
    Assim como o cinema e a televisão encontraram na temática histórica e nas adaptações literárias alguns de seus melhores momentos criativos, cabe agora a essa linguagem muitas vezes subestimada realizar narrativas de qualidade para o enorme público da rede escolar, construindo uma indústria cultural à altura dos autores que construíram um rico imaginário visual dentro de uma cena independente, quase marginal. Um resultado direto da nova realidade dos quadrinhos é o surgimento de vários projetos autorais, abrangendo desde editoras já voltadas para esse nicho editorial até tradicionais casas voltadas para a literatura. Autores de diversas partes do país trazem narrativas autobiográficas sobre temas da história ou mesmo livros experimentais.
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    Poesia numa hora dessas

    Explicado
    por que o mundo
    está neste estado
    de se lamentar.
    A Terra, gente, é bipolar!


    - Luís Fernando Veríssimo

    ..

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    Quadrinhos na ABL

    Quinta-feira, dia 28, às 17:30 serei um dos participantes de uma mesa sobre quadrinhos, dentro da série Brasil, Brasis da Academia Brasileira de Letras. O tema principal será a discussão de como os quadrinhos utilizam uma linguagem própria para criar narrativas - com demonstrações de alguns de seus recursos.

    A ABL -  centro de escritores que narram através de textos - abrir espaço para os quadrinhos é um gesto importante. Gostaria de convidá-los para ir à ABL acompanhar e participar desse debate e mostrarmos a força que tem o desenho brasileiro.

    Acho que vai ser interessante. Haverá também uma miniexposição com dez feras da HQ nacional.

    A ABL fica na Presidente Wilson, Castelo, centro do Rio.

    Um abraço & até lá

    Ricky Goodwin



    Novo Código Florestal tem incentivado mais derrubadas

    Amplify’d from www1.folha.uol.com.br


    A explosão no desmatamento na Amazônia fez o Ibama suspender todas as suas operações de fiscalização no país para concentrar esforços na contenção da derrubada.


    "Não adianta combater o tráfico de animais, por exemplo, se o habitat deles foi para o saco", diz o presidente do Ibama, Curt Trennepohl. "Foi a decisão mais lógica. Temos de estancar a hemorragia em Mato Grosso."

    O governo foi surpreendido pela retomada da devastação, principalmente em Mato Grosso. Dados preliminares do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), a serem divulgados na semana que vem, sugerem um repique sem precedentes desde o final de 2007,


    Como já é tradição na Amazônia, o setor produtivo se antecipa a decisões do poder público e derruba a floresta.

    Relator do novo Código Florestal, deputado Aldo Rebelo, na tribuna da Câmara dos Deputados apresentando relatório
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    terça-feira, julho 26, 2011

    Ouvindo Alessandra Leão, na Varanda

    Cantando eu sou o vento

    Dormindo eu viro brisa

    Balanço eu vou

    Balanço eu vou


    domingo, julho 24, 2011

    The DSK maid speaks

    Amplify’d from www.newsweek.com

    She was paid to clean up after the rich and powerful. Then she walked into Dominique Strauss-Kahn's room—and a global scandal. Now she tells her story.

    Newsweek cover, DSK Maid Interview

    The maid hovered in the suite’s large living room, just inside the entrance. The 32-year-old Guinean, an employee of the Sofitel hotel, had been told by a room-service waiter that room 2806 was now free for cleaning, “Hello? Housekeeping,” the maid called out again. No reply. The door to the bedroom, to her left, was open, and she could see part of the bed. She glanced around the living room for luggage, saw none. “Hello? Housekeeping.” Then a naked man with white hair suddenly appeared, as if out of nowhere.


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    Razor sharp, Winehouse changed the music scene for ever

    Dica de Renata Malkes:

    Amplify’d from www.independent.co.uk

    There's no point seeking someone to blame – Winehouse's extraordinary insecurity lay at the heart of her troubles. Sophie Heawood recalls a difficult, funny, gifted and charming woman

    Amy Winehouse on stage at the Bristol Academy in 2004
    the death of Amy Winehouse was not inevitable, and it is pretty hard not
    to think of it as tragic. Keith Richards has lived through such physical
    self-destruction to tell the tale. And so we hoped, hoped desperately, that
    Winehouse would too. I met her on several occasions, interviewed her,
    followed her career avidly, played her songs so many times I knew the lyrics
    backwards. Surprisingly, the tabloid reports were not unduly sensationalist
    – she really was that much of a mess. But she was also hysterically funny,
    with a razor-sharp London wit and a shocking line in politically incorrect
    putdowns and deadpan one-liners.
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    Ouvindo Rufus Thomas: Can your monkey do the dog?

    E agora a cachorrada tá com a macaca!!!


    Charges de Placa



    (Rio de Janeiro, RJ)
      




     BENETT
    (Curitiba, PR)


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    Fantagraphics to publish Complete Zap Comix

    Para Mário Bag :

    One of the most influential comics ever published, the first two issues of Zap were created entirely by Robert Crumb, who then invited other artists to contribute, including Spain Rodriguez, the late Rick Griffith, S. Clay Wilson, Victor Moscoso, Gilbert Shelton and Robert Williams. The series quickly not only catapulted Crumb and the other artists to stardom (or a relative stardom at any rate), it quickly became seen as one of the more prominent symbols of the counterculture movement of the 1960s, along with LSD, rock music and head shops (where issues were usually sold). While it was not the first underground comic, it was viewed by many both inside and outside the counterculture movement as the lodestone for the underground comics scene, and its existence and influence directly led to the development of the alternative comics scene in the 1980s and 1990s.

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